Sexta-feira, 18 de Setembro de 2020

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Brasil Covid-19: Brasil tem 1,2 mil novas mortes e 60 mil novos casos

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Foi o terceiro dia desde o início da pandemia com maior número diário de novas pessoas infectadas.

Foto: Mauricio Vieira/Secom-SC
(Foto: Mauricio Vieira/Secom-SC)

O balanço diário do Ministério da Saúde sobre a pandemia do novo coronavírus, divulgado nesta quinta-feira (13), trouxe 1.262 mortes e 60.091 casos de Covid-19 registrados nas últimas 24 horas pelas secretarias estaduais de saúde. Foi o terceiro dia desde o início da pandemia com maior número diário de novas pessoas infectadas. No dia 22 de julho, foram 67.860 casos e no dia 29 de julho, 69.074.

Com os números desta quinta, a soma de óbitos em função da pandemia chegou a 105.463. Na quarta-feira (12) o painel do ministério trazia 104.201. Ainda há 3.411 mortes em investigação. No boletim divulgado na quarta, os dados por semana epidemiológica apontaram a manutenção da estabilidade nas mortes, com oscilação de 3% para baixo.

Já os casos acumulados totalizam 3.224.876. Na quarta, o balanço do Ministério da Saúde marcava 3.164.785 pessoas infectadas desde o início da pandemia. De acordo com o boletim epidemiológico, a curva de casos também segue em estabilização, com oscilação de 3% para baixo na última semana epidemiológica.

Até o momento, 2.356.640 pessoas se recuperaram da Covid-19 e há 762.773 pacientes em acompanhamento.

Covid-19 nos Estados

Os Estados com mais mortes por Covid-19 são: São Paulo (26.324), Rio de Janeiro (14.412), Ceará (8.088) e Pará (5.917). As Unidades da Federação com menos óbitos são Tocantins (493), Roraima (561), Mato Grosso do Sul (570), Acre (574) e Amapá (609).

Covid-19 no mundo

O Brasil lugar o segundo lugar no ranking de mortes e casos, perdendo apenas para os Estados Unidos, que teve 5.236.599 pessoas infectadas e 166.77 vítimas fatais até o momento conforme o mapa da Universidade Johns Hopkins, levantamento de referência mundial.

Quando considerada a proporção populacional, o Brasil cai para a oitava posição na incidência da doença (casos por 1 milhão de habitantes) e cai para nona posição na mortalidade (óbitos por Covid-19 por 1 milhão de habitantes), segundo dados mais atualizados do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde anunciado ainda na quarta.

R$ 70 milhões aplicados em saúde indígena

O combate à pandemia da Covid-19 em comunidades indígenas das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste já recebeu cerca de R$ 70 milhões, informa a Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena) do Ministério da Saúde.

Segundo nota divulgada pela secretaria, 750 mil indígenas de 305 etnias, distribuídos entre 6 mil aldeias, foram beneficiados por atendimento médico gratuito, cestas de alimentos, EPIs (equipamentos de proteção individual), insumos, orientação e palestras sobre higiene, desinfecção e medidas sanitárias para evitar o contágio pelo novo coronavírus.

“Estamos trabalhando firme para atender toda a população indígena neste momento com assistência de qualidade, revendo procedimentos, melhorando as questões de saneamento e atendimento à saúde básica de cada indígena brasileiro”, informou Robson Santos Silas, secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde.

Segundo Silas, o trabalho evitou que a pandemia chegasse, por exemplo, ao Vale do Jequitinhonha – região situada na divisa norte de Minas Gerais com o Espírito Santo, considerada uma das mais carentes do Brasil. “Graças a Deus aqui, no nosso município, não apresentamos quadro nenhum diante da pandemia”, informou a liderança indígena Ivan Pakararu, cacique da Aldeia Cinta-Vermelha, situada no Vale do Jequitinhonha.

A Sesai conta com 14,2 mil profissionais em atuação durante a pandemia. Destes, 60% têm origens indígenas e trabalham diretamente nas ações de proteção às suas comunidades. A secretaria informa, ainda, que 150 leitos leitos exclusivos para o tratamento de pessoas indígenas foram criados em hospitais públicos dos estados do Amazonas, Amapá, Pará e de Roraima.

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