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Porto Alegre CPI dos Fios: Câmara de Vereadores vai investigar furtos e receptação em Porto Alegre

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A comissão parlamentar de inquérito terá 120 dias para mapear as áreas mais afetadas.

Foto: SMSEG/Divulgação PMPA
A comissão parlamentar de inquérito terá 120 dias para mapear as áreas mais afetadas. (Foto: SMSEG/Divulgação PMPA)

A Câmara de Vereadores de Porto Alegre deu o primeiro passo para investigar uma das maiores ameaças à infraestrutura urbana da cidade: os furtos e a receptação de fios, cabos e outros metais. A proposta da comissão parlamentar de inquérito (CPI) foi apresentada pelo vereador Ramiro Rosário (NOVO), que alerta, que não se trata mais de pequenos delitos.

A CPI terá 120 dias para mapear as áreas mais afetadas, apurar responsabilidades e propor medidas para combater a comercialização ilegal de materiais metálicos.

“Os furtos têm gerado prejuízos milionários aos cofres públicos e deixado bairros inteiros no escuro, sem transporte adequado ou acesso à água”, detalha Ramiro. Segundo o vereador, os casos já não se restringem a locais isolados, e acabam atingindo inclusive o abastecimento de luz e água em hospitais, escolas e moradores de bairros inteiros.

A investigação também pretende ouvir representantes de concessionárias, autoridades de segurança e empresários do setor de reciclagem, separando quem atua legalmente de quem alimenta o crime. Relatórios da Polícia Civil e do Ministério Público indicam a atuação de quadrilhas especializadas que revendem o material em ferros-velhos sem controle adequado.

“O cidadão paga a conta duas vezes, quando vê a cidade parar e quando precisa bancar a reposição do que foi destruído. Essa CPI é uma resposta firme da Câmara para que esse ciclo criminoso seja interrompido”, afirma Ramiro Rosário. Ele também reforça que o objetivo é responsabilizar todos os envolvidos, desde os autores dos furtos até os receptadores que lucram com o crime.

Os trabalhos devem se iniciar após o término do recesso do legislativo da capital gaúcha, na primeira semana de agosto. Com base nos trabalhos da comissão, a Câmara pretende propor novas leis para endurecer a fiscalização e dificultar a comercialização de materiais furtados. A expectativa é que a CPI contribua com soluções estruturantes e ajude a retomar o controle sobre a ordem pública em Porto Alegre.

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