Sábado, 20 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 25 de agosto de 2023
Os casos mais comuns são de autopromoção e a mercantilização do ato médico.
Foto: Divulgação/CremersNo primeiro semestre deste ano, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers) recebeu 133 denúncias relacionadas à publicidade médica. Em todo o ano passado, foram 94 registros.
Os casos mais comuns são de autopromoção – como publicação de fotos de ‘antes e depois’ de procedimentos – e a mercantilização do ato médico, como divulgação de valores, descontos e formas de pagamento de consultas nas redes sociais.
“As publicações devem ter caráter informativo e educativo, e não promocional. É preciso manter uma postura ética, tendo como objetivo a divulgação de conteúdo cientificamente comprovado, válido, pertinente e de interesse público”, afirma o coordenador da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame), Geraldo Jotz.
A Resolução 1974/11 do Conselho Federal de Medicina estabelece os critérios norteadores da propaganda em Medicina, incluindo a divulgação de assuntos médicos nas redes sociais. O descumprimento às regras pode levar o profissional a responder uma sindicância e/ou um processo ético-profissional, e nos casos mais graves, pode resultar até na cassação do registro do médico.
Além de ser responsável pelo recebimento e análise das denúncias sobre o tema, a Codame também tem a função de orientar os médicos em todos os aspectos relativos à publicidade.
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Virou zorra! Ética médica foi para o lixo faz tempo. O Brasil é um país sem lei e mais agir com o bebum “eleito!” Saí de baixo!