Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 29 de agosto de 2022
De abril a julho, quase dobra índice dos que deixaram de usar proteção
Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilUma em cada três pessoas não mais usam máscaras de proteção facial em nenhum local no Brasil, revela pesquisa encomendada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e realizada pelo Instituto FSB, que foi divulgada nesta segunda-feira (29). Segundo a pesquisa, de abril a julho, o índice dos que deixaram de usar a proteção quase dobrou, saindo de 17% para 32%.
Entre os que continuam com o hábito, adquirido depois do surgimento da pandemia da Covid-19, a adesão às máscaras continua, principalmente em locais fechados. De abril a julho deste ano, o percentual de brasileiros que disseram usar máscaras apenas em locais fechados manteve-se estável (de 53% para 52%) e o dos que usam a proteção tanto em locais fechados quanto abertos caiu de 29% para 16%.
A tendência de deixar de usar a proteção facial acompanha a percepção da população sobre a a obrigatoriedade: do total de entrevistados, apenas 6% disseram que, em sua cidade, o uso de máscaras continua obrigatório em lugares fechados e abertos contra 37% que disseram que o uso é obrigatório.
“Diante de um cenário de menor gravidade da pandemia, com alta cobertura vacinal da nossa população e redução dos casos, as atividades econômicas estão retornando ao ritmo normal e o mercado de trabalho começa a se recuperar. Mas é importante que a população continue atenta aos índices de Covid-19 e, sempre que preciso, mantenha os cuidados necessários para evitar uma nova onda, por todos os seus impactos na sociedade”, destaca o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
Adesão voluntária
Mesmo sem obrigatoriedade, no transporte público, a maioria, 55%, continua usando o equipamento de proteção. Uma boa adesão também foi registrada em supermercados, ambiente em que 49% dos entrevistados disseram usar o acessório.
Família
Quando o foco é onde as pessoas menos usam máscaras, 75% dos entrevistados disseram que dispensam a proteção em encontros com amigos e parentes. O uso também é dispensado em espaços de compras, como comércio de rua (34%) e shopping centers (33%). Já no ambiente de trabalho 31% continuam a usá-las.
A CNI realiza pesquisa sobre a situação da pandemia de Covid-19 no Brasil e o comportamento da população desde o início de 2020. Para a pesquisa divulgada hoje, as entrevistas foram realizadas de 23 a 26 de julho. O Instituto FSB ouviu presencialmente 2.008 cidadãos, nas 27 unidades da federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou menos.
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No fim o que é a máscara? As especiais fábricadas em locais adequados com material especifico, ou, aquelas costuradas na garagem da casa, com tecido de cortina, vendida por R$ 1,99?
A máscara foi e uma grande ajuda para evitar nao so covis, mas muitas outras doenças.
Os tais paninhos nunca foram para proteção, aliás, não têm eficácia para isso. Máscara é o símbolo do globalismo, acessório esdrúxulo, instrumento para cerceamento de liberdade (exercer de alguma forma a subjugação das pessoas), artefato para locupletamento financeiro.
A celeuma sobre o uso da máscara é diretamente proporcional à ignorância e à falta de educação do povo. No Japão, se o sujeito estiver gripado, e precisar sair de casa, ele usa a máscara sempre. E já é assim há muitas décadas…