Terça-feira, 19 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 27 de outubro de 2025
O equipamento ficou desligado por cerca de 36 horas
Foto: Geraldo Magela/Agência SenadoA defesa do ex-presidente Fernando Collor disse ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que o desligamento da tornozeleira eletrônica, no dia 2 de maio deste ano, não ocorreu de forma intencional.
O equipamento ficou desligado por cerca de 36 horas. Os advogados disseram que não houve violação do monitoramento imposto pelo STF e solicitaram que Collor possa permanecer em prisão domiciliar e não seja colocado em um presídio.
Condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção e lavagem de dinheiro em desdobramento da Operação Lava-Jato, Collor está preso em regime domiciliar desde maio deste ano. Entre outras obrigações, precisa ser monitorado eletronicamente.
“Não há qualquer razão plausível para se cogitar que o peticionante [Collor], beneficiado com a prisão domiciliar humanitária, descumpriria intencionalmente as medidas cautelares já no primeiro dia. O caso, com todo o respeito, não passou de um incidente involuntário, decorrente de informações truncadas repassadas ao monitorado”, disse a defesa.
O Centro de Monitoramento Eletrônico de Pessoas, da Secretaria de Ressocialização e Inclusão de Alagoas, encaminhou no dia 15 de outubro um relatório em que aponta que a tornozeleira do ex-presidente ficou sem bateria no início de maio.
Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, determinou que a defesa explicasse o episódio. A defesa argumentou que o único episódio de desligamento da tornozeleira ocorreu no dia seguinte à instalação do equipamento, quando Collor ainda se adaptava aos novos procedimentos e às rotinas de cuidado e atenção para garantir o cumprimento da medida restritiva.
Os advogados ressaltaram que Collor foi informado que a bateria do dispositivo estava totalmente carregada, razão pela qual não precisaria se preocupar por um período de 24 horas a 72 horas. E que o próprio equipamento emitiria sinais sonoros e luminosos para indicar a necessidade de carregamento, o que não teria acontecido.
A defesa anexou mensagens do assessor de Collor informando que o Centro de Monitoramento Eletrônico de Pessoas notificou que o equipamento já se encontrava com a bateria esgotada, momento em que, imediatamente, a fonte de energia foi conectada à tornozeleira para reestabelecer o acompanhamento em tempo real pelas autoridades competentes.
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
alagoas so tem bandidos ,digo politicos bons
Collor é um dos corruptos de estimação da extrema direita
Ué finalmente alguém condenado pela lava jato,us cumpanhero estão todos soltos!!
Será verdade? Tornozeleira com defeito, pois é…
Os cancros do Brasil…
foi cortando as unhas dos pes ne coronel ?