Quarta-feira, 04 de fevereiro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Desemprego aumenta e atinge 13,7 milhões de brasileiros

Compartilhe esta notícia:

A taxa de desemprego é a maior desde o início da Pnad Covid, divulgada pelo IBGE desde maio

Foto: Divulgação
O número de trabalhadores ocupados no País subiu para 103 milhões. (Foto: Divulgação)

O desemprego no Brasil em meio à pandemia de coronavírus voltou a crescer na quarta semana de agosto, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com a Pnad Covid, entre a terceira e a quarta semana de agosto, aumentou em mais de 1 milhão o número de desempregados no País, chegando a cerca de 13,7 milhões o total de trabalhadores em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.

Com isso, a taxa de desemprego subiu de 13,2% para 14,3%, a maior desde o início da Pnad Covid, em maio deste ano, quando era de 10,5%.

“No início de maio, todo mundo estava afastado, em distanciamento social, e não tinha uma forte procura [por emprego]. O mercado de trabalho estava em ritmo de espera para ver como as coisas iam se desenrolar. As empresas estavam fechadas e não tinha local onde essas pessoas pudessem trabalhar. Então, à medida que o distanciamento social vai sendo afrouxado, elas vão retornando ao mercado de trabalho em busca de atividades”, apontou a gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

Segundo a pesquisadora, o aumento do desemprego pode estar diretamente relacionado com o avanço da flexibilização do isolamento social para conter a disseminação do novo coronavírus. A pesquisa mostrou que “o número de pessoas que ficaram rigorosamente isoladas diminuiu pela segunda semana seguida”.

De acordo com o levantamento, na quarta semana de agosto, somava 38,9 milhões o número de pessoas em isolamento social rígido, o que representa uma queda de 6,5% em relação à semana anterior, quando esse contingente era de 41,6 milhões.

Já a parcela da população que ficou em casa e só saiu por necessidade permaneceu estável. São 88,6 milhões de pessoas nessa situação, representando 41,9% da população do País. Também houve estabilidade no contingente dos brasileiros que não estavam em isolamento social, chegando a 5 milhões de pessoas, assim como permaneceu estável o contingente de 77 milhões de brasileiros que reduziram o contato social, mas continuaram saindo de casa ou recebendo visitas.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Autorizada a continuidade do processo de impeachment do prefeito de Porto Alegre
Panvel abre 500 vagas de emprego no Rio Grande do Sul
Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Pode te interessar