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Notícias Desenvolvedor usa o Iphone X para gravar vídeo com rosto invisível

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O app deixa visíveis apenas olhos e boca, exibindo tudo o que há atrás da pessoa. (Foto: Divulgação)

O reconhecimento facial do iPhone X já está sendo usado para muito mais do que apenas autenticar o usuário e brincar com os Animojis. Um desenvolvedor japonês, por exemplo, usou a tecnologia para criar um vídeo em que seu rosto aparece bizarramente transparente. Kazuya Noshiro criou um aplicativo para, ao menos virtualmente, ganhar poderes de invisibilidade.

O app apaga o rosto do usuário, deixando visíveis apenas seus olhos e boca, exibindo tudo o que há atrás da pessoa no lugar de seu rosto. Enquanto ele se move, vemos apenas olhos e bocas suspensos em frente ao fundo do ambiente.

O app apaga o rosto do usuário. (Foto: Reprodução)

Segundo o desenvolvedor, seu app captura a imagem em um ângulo fixo para registrar o fundo, sem o usuário aparecer nas imagens. Depois, usa o reconhecimento facial do iPhone X para mapear seu rosto, apagando-o e exibindo a cena registrada anteriormente. Ainda não ficou muito clara qual a finalidade de tal aplicativo, mas isso pode abrir as portas para, por exemplo, a criação de novos filtros engraçadinhos em apps como Instagram e Snapchat.

Timeline

Depois do Twitter, está chegando a vez de o Instagram passar a mostrar os posts curtidos pelos seus amigos na timeline. O recurso, que já está registrado nas documentações oficiais da empresa, vem sendo testado de forma gradual e alguns usuários já começaram a ver a mudança.

A novidade, chamada de “Recomendações para você”, deve aparecer depois de um determinado período de navegação pelo feed, de acordo com um porta-voz da empresa. Uma das desvantagens da novidade é que as recomendações não podem ser totalmente desativadas, permitindo apenas que o usuário possa ocultar certas publicações.

Facebook

O Facebook não negou seu DNA de ser uma empresa de socialização e longo alcance quando decidiu, nesta semana, liberar seu aplicativo de realidade virtual para seus concorrentes.

O app Spaces, criado originalmente para o Oculus, plataforma de RV que é propriedade do Facebook, agora pode ser usado por rivais como HTC Vive (sendo que, em breve, chegará a outros dispositivos de RV). A plataforma é uma ferramenta de VR social, que permite aos usuários criar arte, jogar e interagir com sua rede. E essa interação foi um dos problemas que levaram o Facebook a abrir mão da exclusividade para o Oculus.

Integração social

A decisão é importante para o desenvolvimento de experiências de RV. A exclusividade pode ser uma boa opção para algumas categorias, como os games, mas ela não funciona bem quando se pensa em integração social, em qua o alcance é essencial para alcançar bons resultados.

Dessa forma, o Facebook espera ter dado um empurrão para seu app crescer entre os usuários de RV. Num mercado dividido e em que a rede social ocupa a segunda posição, com participação menor do que a metade do líder, ampliar as chances de estar presente em mais dispositivos pode ser uma boa oportunidade de crescimento para Mark Zuckerberg.

Além disso, 2018 deverá assistir a um crescimento de oferta de headsets de RV, com a entrada de players de peso no mercado. Estão programados para serem lançados os dispositivos da Microsoft, da Lenovo, da Acer e da Samsung, com preços mais competitivos. Quanto aos principais players, hoje, a Sony domina esse setor, com cerca de 49% do mercado de headsets. Já a plataforma do Facebook responde por 21%, enquanto a HTC fica com uma fatia de 16%.

 

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