Segunda-feira, 15 de junho de 2026

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Colunistas Dia de votar o acordo da dívida

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(Foto: Abr)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

A base do governo conseguiu acordo para votar nesta terça-feira na Câmara dos Deputados, o acordo sobre a dívida dos Estados com a União. A votação dos destaques ao projeto de lei que renegocia a dívida dos Estados com o governo federal (PLP 257/16) ficou para esta terça-feira, com previsão de embate entre governo e oposição. Falta decidir sobre três destaques, que tratam de compensações para Estados do Norte e Nordeste, entre outros temas.

A análise da renegociação da dívida dos Estados será realizada após sessão do Congresso, marcada para as 11h, que vai decidir sobre vetos presidenciais e a Lei de Diretrizes Orçamentárias. O deputado gaúcho Darcísio Perondi, vice-líder do governo, garantiu ontem que todos os entendimentos vêm sendo buscados para assegurar o quorum na sessão desta terça. Em outra frente, Perondi, durante almoço de líderes com o presidente interino Michel Temer, confirmou um acordo para rejeitar os três destaques apresentados pelo PT ao projeto que trata da renegociação da dívida dos Estados.

O alerta de Perondi

O vice-líder do governo, Darcísio Perondi, que é relator na Comissão Especial que vai debater a proposta do novo regime fiscal, define o momento como muito grave. Segundo ele, “o Brasil é um paciente que está na UTI e que precisa de remédios eficientes. O Congresso Nacional precisa responder!”.

Adeus ao coronel

Deputado estadual, vereador e conselheiro político de muitas gerações, o coronel Pedro Américo Leal faleceu ontem em Porto Alegre. Um homem franco e direto, característica que lhe rendeu o respeito e a admiração de aliados e adversários, Pedro Américo Leal parte aos 92 anos. O velório será hoje a partir das 9h no Salão Julio de Castilhos, na Assembleia Legislativa. A presidente da casa, deputada Silvana Covatti, confirmou a suspensão da sessão plenária desta terça-feira e o luto oficial do Legislativo.

Pompeo quer indenização do Banco do Brasil

O deputado federal Pompeo de Mattos está incomodado com seu antigo empregador, o Banco do Brasil. Alegando “instabilidade emocional” causada pelo Banco do Brasil, o deputado federal Pompeo de Mattos, escriturário concursado, busca, como todo cidadão que julga ter seu direito reconhecido na Justiça do Trabalho, a reintegração, depois de ter solicitado em 2014 o afastamento dos quadros do banco, no qual foi admitido em abril de 1978.

Desde 1983, após ser eleito para o mandato de vereador, esteve afastado do banco para exercer diversos outros mandatos como vereador, prefeito, deputado estadual e deputado federal. Quando pediu desligamento, Pompeo recebia salário de R$ 20,8 mil, base para a série de pedidos que julga ter direito, se aceita a sua reintegração aos quadros do banco.

O pedido inclui ainda horas extras, tendo em vista que cumpria “… jornadas com duração média de 9 a 10 horas…”, e dano moral, que “… decorre da experiência comum das desvantagens de ser alvo de manifesta perseguição política, ócio forçado e tratamento injusto por parte do empregador…”. Na inicial, o deputado requer AJG (Assistência Judiciária Gratuita), alegando não dispor de recursos para custear as despesas do processo.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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