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Mundo “Dia histórico”, diz o primeiro-ministro de Israel sobre a queda do ditador Bashar al-Assad na Síria

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Primeiro-ministro israelense (foto) saudou a deposição do líder sírio neste domingo (08)

Foto: Reprodução
Agentes de inteligência brasileiros podem monitorar a eventual vinda de pessoas condenadas em Israel que foram soltas recentemente. (Foto: Reprodução)

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, saudou a deposição de Bashar al-Assad da Síria neste domingo (08) como um “dia histórico” que se seguiu aos golpes desferidos por Israel contra os apoiadores de Assad, Irã e Hezbollah, no Líbano.

Em uma visita à área perto da fronteira com a Síria, ele disse que ordenou que as forças israelenses tomassem áreas na zona de amortecimento para garantir a segurança de Israel e disse: “Não permitiremos que nenhuma força hostil se estabeleça em nossa fronteira”.

Entenda o conflito na Síria

A guerra civil da Síria começou durante a Primavera Árabe, em 2011, quando o regime de Bashar al-Assad reprimiu uma revolta pró-democracia. O país mergulhou em um conflito em grande escala quando uma força rebelde foi formada, conhecida como Exército Sírio Livre, para combater as tropas do governo.

Além disso, o Estado Islâmico, um grupo terrorista, também conseguiu se firmar no país e chegou a controlar 70% do território sírio. Os combates aumentaram à medida que outros atores regionais e potências mundiais – da Arábia Saudita, Irã, Estados Unidos à Rússia – se juntaram, intensificando a guerra no país para o que alguns observadores descreveram como uma “guerra por procuração”.

A Rússia se aliou ao governo de Bashar al-Assad para combater o Estado Islâmico e os rebeldes, enquanto os Estados Unidos lideraram uma coalizão internacional para repelir o grupo terrorista.

Após um acordo de cessar-fogo em 2020, o conflito permaneceu em grande parte “adormecido”, com confrontos pequenos entre os rebeldes e o regime de Assad. Mais de 300 mil civis foram mortos em mais de uma década de guerra, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), e milhões de pessoas foram deslocadas pela região.

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4 Comentários
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Roberto Nunes
8 de dezembro de 2024 21:26

Vai dormir imbecil. Deixa de postar asneiras.

Artur Artur
8 de dezembro de 2024 15:43

PARABENS ISRAEL…Povo trabalhador, guerreiro…e de sucesso….
e…… o nosso CANCER….sempre do lado errado ….LIXO

TODA A DITADURA UM DIA CHEGA AO FIM….
E SEUS LIDERES….SEMPRE ACABAM DA MESMA FORMA….7 PALMOS…
Não entendo o ser humano…porque desejam trilhar o caminho do mal…da tirania…vai entender….

Com bandeiras de Putin, do Hezbollah e do Hamas …
https://crusoe.com.br
May 1, 2024 — Uma barraquinha vendia produtos com as imagens de Lula, a bandeira da Palestina e o símbolo do grupo terrorista libanês Hezbollah….

Denise Goulart de Munhós
9 de dezembro de 2024 00:12

Os ditadores estão sendo rechaçados. Brevemente a eminência parda do Brasil que é despótico também será rechaçado.

Vanderlei Stefani
9 de dezembro de 2024 01:33

Mataram 50.000 pessoas,a maioria mulheres e crianças pra trocarem seis por meia dúzia. É GENOCÍDIO sim.

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