Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 3 de fevereiro de 2016
A presidenta Dilma Rousseff reconheceu oficialmente, pela primeira vez, que não vai cumprir a meta de campanha à reeleição de construir 3 milhões de moradias na terceira etapa do Minha Casa, Minha Vida até o fim de 2018, quando acaba o segundo mandato.
“Nós estamos fechando agora o Minha Casa, Minha Vida 3 e nós estamos calculando que vai ser. Nós tivemos de rever os valores. Nós também passamos por dificuldades. O Brasil passa por dificuldades. Nós estamos calculando que iremos fazer em torno de 2 milhões a mais de moradias até 2018”, afirmou a presidenta. A declaração foi feita, na quarta-feira, em Indaiatuba, interior de São Paulo, durante a cerimônia de entrega simultânea de 7.840 unidades do programa em cinco Estados, beneficiando mais de 31 mil pessoas em Itu (SP), Indaiatuba (SP), Jundiaí (SP), Salvador (BA), Camaçari (BA), Luís Eduardo Magalhães (BA), Caucaia (CE), Timon (MA) e Campo Mourão (PR).
A primeira vez que a petista prometeu construir 3 milhões de moradias foi em julho de 2014, na véspera do início da campanha eleitoral. No Paranoá, em Brasília, Dilma falou do sonho que era para todo brasileiro conseguir conquistar a casa própria e se comprometeu a construir 3 milhões de residências no segundo mandato, caso fosse reeleita. De lá pra cá, o início efetivo da nova fase do programa foi adiado sucessivas vezes. (AE)
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