Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 1 de fevereiro de 2016
Após dar início a uma campanha de mobilizações contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e Zika, Dilma Rousseff fará um apelo nas próximas semanas pelo combate ao inseto. O objetivo é sensibilizar lideranças para que se envolvam no que chamou de “guerra” para eliminar todos os focos do mosquito.
O governo está preocupado com o aumento do número de casos de microcefalia, malformação no cérebro de recém-nascidos, e que tem relação com o vírus Zika. Recentemente foram confirmados o nascimento de 270 crianças com microcefalia no País, e a existência de mais de 3.400 casos suspeitos.
O Palácio do Planalto acredita que a principal estratégia é conscientizar a população. Haverá uma campanha publicitária e o governo pretende utilizar os cinco minutos gratuitos de inserção diária do Ministério da Educação nas emissoras de televisão para mobilizar os telespectadores e ouvintes.
A presidenta Dilma também deve conversar com representantes de igrejas, líderes de comunidades e empresários e pedir auxílio no combate ao mosquito.
Após o carnaval, será iniciada uma mobilização nas escolas para envolver 40 milhões de estudantes. A ideia é que o aluno leve uma carta com cuidados para evitar a proliferação do mosquito e passe a mensagem para a família, ajudando na mobilização e no próprio combate a eventuais criadouros. (ABr)
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