Terça-feira, 26 de maio de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Dólar fecha em queda e volta a ficar abaixo de 5 reais em dia de definição de juros

Compartilhe esta notícia:

Dólar voltou a se fortalecer perante o real nesta terça-feira. (Foto: Reprodução)

O dólar fechou a sessão desta quarta-feira (3) em queda, com investidores de olho nas decisões sobre as taxas básicas de juros no Brasil e nos Estados Unidos.

Na maior economia do mundo, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano), elevou as taxas em 0,25%, elevando-as a um patamar entre 5,00% e 5,25% ao ano, maior nível desde 2007, com o objetivo e controlar a pressão inflacionária no país.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a taxa Selic em 13,75% ao ano – patamar em vigor desde o início de agosto de 2022. A decisão se deu em meio às persistentes críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de ministros do governo ao atual nível da taxa de juros.

Ao final da sessão, a moeda americana recuou 1,08%, cotada a R$ 4,9919. Na mínima do dia, chegou a R$ 4,9836. Na véspera, o dólar fechou com alta de 1,18%, cotada a R$ 5,0462. Com o resultado desta quarta, a moeda passou a acumular alta de 0,09% na semana e no mês e baixa de 5,42% no ano.

Já o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em queda nesta quarta-feira (3), após uma sessão marcada por volatilidade em meio às expectativas pelas decisões de juros nos Estados Unidos e no Brasil.

Ao final do pregão, o Ibovespa caiu 0,13%, aos 101.797 pontos. No dia anterior, o índice teve forte queda de 2,40%, aos 101.926 pontos. Com o resultado, o Ibovespa passou a acumular queda de 2,40% na semana e no mês e recuo de 7,12% no ano.

Em meio à toda a expectativa para a “Super Quarta” — como são conhecidos os dias em que há decisões de juros tanto por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) quanto pelo Banco Central do Brasil — o foco dos investidores ficou mais com as mensagens enviadas pelas autoridades monetárias, do que com os resultados dos juros em si.

No Brasil, agentes avaliam que os dados de atividade econômica e os núcleos de inflação medidos pelo IPCA-15, divulgado na semana passada, podem afastar um tom mais sereno do BC e tirar um pouco da clareza das intenções do Comitê de Política Monetária (Copom) para a próxima reunião.

“Além disso, a questão fiscal vigente ainda não tem definição e portanto, não abre espaço para que haja alívio nos vértices das curvas de juros de forma a permitir a retomada do afrouxamento monetário antes do segundo semestre deste ano, sendo possíveis cortes a partir de agosto”, diz a análise da Infinity Asset.

Para a casa de análise, inclusive, os cortes no segundo semestre só poderão seguir a depender dos rumos do arcabouço fiscal e se seu foco continuará na busca por receitas e não, na redução de despesas. As informações são do portal de notícias G1.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Com alta da inflação global, Airbnb vai parcelar sem juros e apostar em aluguel de quartos
Ministério da Fazenda considera propor desoneração do salário mínimo
Pode te interessar