Sexta-feira, 12 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 22 de maio de 2016
No mesmo dia em que foi sacramentada a troca da presidência da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), com a entrada do jornalista Laerte Rimoli no lugar de Ricardo Melo na presidência da empresa, foi cancelado o contrato do jornalista Sidney Rezende. A contratação de Rezende gerou forte reação negativa entre os profissionais da EBC, que chegaram a ameaçar fazer greve, o que acabou não se concretizando. As críticas se referiam, principalmente, ao valor do contrato, em torno de 1 milhão de reais por ano.
Rezende atuava na Rádio Nacional, apresentado o programa Nacional Brasil. Em seu site, ele publicou um texto em que afirma: “O jornalismo isento que perseguimos não prioriza partidos políticos em detrimento de outros, grupos individuais de pressão ou segmentos ideológicos. Nossa visão é o todo do Brasil com máxima isenção. Temos calma e respeito. Não somos afeitos à histeria”.
Em resposta às críticas de que ele teria um salário de 1 milhão de reais ao ano, ele disse no texto que foi contratado de acordo com o orçamento da empresa e negou que tenha sido mal recebido. “Trabalhar no serviço público não significa estar envolvido em maracutaias. Não é da minha índole e nem é o que queremos para o Brasil. Por isso, a minha indignação com insinuações baratas”, ponderou Rezende.
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