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Flavio Pereira Eduardo Leite vence, e MDB desiste da candidatura própria para indicar o seu vice

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Eduardo Leite e Gabriel Souza, candidatos a governador e vice: cumprimentos após as convenções de ontem. (Foto: Equipe Gabriel Souza)

O ex-governador Eduardo Leite deu ontem uma demonstração de força dentro do MDB, e aprovou uma aliança do maior partido gaúcho, que aceitou indicar o vice na sua chapa para disputar o governo do Estado. A aliança do PSDB terá ainda o União Brasil, que abriu mão de indicar o vice, mais o PSD, que indica a jornalista Ana Amélia como candidata ao Senado. Os defensores da aliança com Leite esperavam uma vitória fácil, mas o placar da convenção do MDB foi apertado: a coligação contou com 239 votos, enquanto a defesa da candidatura própria recebeu 212, 18 votos nulos e 4 votos em branco. O resultado rachou o partido, e obriga agora a uma tarefa de conciliação entre os dois grupos. Apoiadores da coligação com o PSDB, o ex-governador Germano Rigotto, o ex-prefeito José Fogaça e o deputado Juvir Costella, ex-secretário dos Transportes do estado, comemoravam a vitória. Logo em seguida, uma entrevista coletiva com a presença dos dirigentes dos partidos, de Eduardo Leite, e do deputado Gabriel Souza, confirmou o acordo.

Erro do grupo de históricos?

A decisão do grupo de históricos do MDB, dentre eles os ex-governadores Pedro Simon e José Ivo Sartori, o ex-presidente do partido Cezar Schirmer, o deputado federal Osmar Terra e o prefeito de Porto Alegre Sebastião Melo de abandonarem o local da convenção em sinal de protesto, pode ter sido um erro. Aliados da candidatura própria entendem que, se tivessem permanecido, eles poderiam ter revertido a pequena diferença de 27 votos, que deu a vitória à tese da aliança com Eduardo Leite.

O retorno de Marchezan

O ex-prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, que havia decidido cumprir um período sabático longe da política, foi convencido a disputar uma cadeira à Câmara dos Deputados. A performance de Marchezan nas pesquisas para a eleição ao Senado, para a qual não era candidato, estimularam o partido a convencê-lo a concorrer à Câmara.

A velha mídia abusa do MAS, e esconde que o Brasil “despiorou”

O que tira cada vez mais a credibilidade da mídia, é o malabarismo que as redações aparelhadas pela esquerda fazem, para distorcer ou esvaziar as notícias positivas que possam dar protagonismo ao governo Federal, em especial na área da economia. O caso mais emblemático, foi quando a Folha de S. Paulo em junho de 2021, para não reconhecer a melhora dos índices da economia: “Economia dá mais sinais de despiora”. Outros exemplos do malabarismo dialético que leva à perda de credibilidade:

– Desemprego recua para 9,3% em junho, MAS número de informais é recorde, aponta IBGE (G1)

– Itaú eleva PÌB para 2% em 2022,MAS alerta para desafio fiscal relevante. (Valor)

-Emprego surpreende em maio. MAS dúvidas persistem (Valor Econômico)

– Brasil tem menor taxa de homicídios em uma década, MAS está entre os 10 países mais violentos do mundo. (Gaúcha/ZH)

-Brasil volta ao 6° lugar em investimentos no mundo, MAS retomada é parcial. (UOL)

-A economia parece melhorar, MAS e o ano que vem? (CNN Brasil)

-PIB cresce, MAS não alivia perspectivas para Bolsonaro. (Veja)

-Brasileiro consegue mais emprego com carteira. MAS está ganhando 9% menos. (UOL Economia)

-Brasil melhora em ranking de inovação, MAS não por mérito próprio. (Estadão)

-Brasil melhora acesso a escola, MAS ainda precisa superar desigualdade, aponta OCDE.

-Desemprego cai para 9,3%, taxa mais baixa para um 2° trimestre em sete anos. Em 1 ano PORÉM, rendimento médio teve queda.. (Estadão)

Onde estavam os banqueiros e empresários democratas?

Em robusto artigo, o advogado gaúcho Marcus Vinicius Gravina aponta a hipocrisia da nota que usa o título “em defesa da Democracia” para, de forma sub-reptícia, atacar o presidente Jair Bolsonaro:

“Onde estavam os patrióticos banqueiros e empresários assinantes da Carta da Faculdade de São Paulo, quando o ex-presidente doou nosso dinheiro para países comunistas, entregou nossa refinaria na Bolívia a um camarada do Foro de São Paulo e comprou uma refinaria americana sucateada em Pasadena. Mais grave, quando veio à tona a maior corrupção, de um governo nacional, levantado pela Lava Jato e, quando ‘democraticamente’ – ao estilo da esquerda – se tentou impedir a candidatura do Bolsonaro, com uma facada a céu aberto? Ficaram calados.”

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