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Mundo Elon Musk já perdeu mais de R$ 240 bilhões da sua fortuna apenas neste mês; entenda os motivos

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Musk foi escolhido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para comandar o Departamento de Eficiência Governamental

Foto: Reprodução de vídeo
Musk foi escolhido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para comandar o Departamento de Eficiência Governamental. (Foto: Reprodução de vídeo)

Elon Musk, o homem mais rico do mundo, teve uma redução de cerca de US$ 42 bilhões, o equivalente a R$ 242,6 bilhões, em seu patrimônio apenas durante os primeiros dias de fevereiro.

Com essa perda, o patrimônio de Musk caiu para US$ 378,8 bilhões, um recuo significativo em relação aos US$ 421,6 bilhões que ele tinha até o final de janeiro.

Apesar disso, o bilionário ainda é cerca de US$ 130 bilhões mais rico do que a segunda pessoa mais rica do mundo, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg.

A principal razão para essa queda no patrimônio de Musk é a desvalorização das ações da Tesla, sua montadora de veículos elétricos. Isso porque boa parte da sua fortuna é composta por ações que ele detém da empresa. Assim, quando as ações da montadora têm uma queda, o patrimônio do bilionário também diminui.

Só na terça-feira (11), as ações da montadora caíram 6,3% e fecharam o dia cotadas a US$ 328,50, o menor preço desde 15 de novembro. Em um mês, a queda no valor dos papéis já é de 18,55%.

A Tesla vem sofrendo desvalorização desde a divulgação dos seus resultados corporativos referentes ao quarto trimestre de 2024, no fim de janeiro. A montadora reportou uma queda de 6,3% em suas receitas (o dinheiro que entra para a companhia) e uma diminuição de 2,6% no lucro por ação.

Além disso, a margem operacional da empresa (uma medida que indica a capacidade de geração de lucro através da receita de uma companhia) também foi reduzida no último trimestre do ano passado, como consequência de “descontos e financiamentos mais agressivos oferecidos pela companhia para impulsionar a demanda”, explicou a equipe de análise internacional da XP, em relatório.

A demanda pelos veículos elétricos da Tesla foi afetada por conta do crescimento de concorrentes no mercado internacional, principalmente montadoras chinesas, como a BYD. Em 2024, a empresa de Musk teve a primeira queda em suas entregas anuais de veículos.

Outro fator que contribui para uma demanda mais fraca é o cenário de juros ainda elevados nos EUA. Atualmente, as taxas do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) estão entre 4,25% e 4,50% ao ano, um patamar alto para os padrões americanos. Juros altos freiam o consumo de bens mais caros, que demandam tomada de crédito ou financiamento, como os carros. Esses fatores levam os investidores a repensarem seus investimentos na montadora, e isso gera impacto na cotação das ações.

Musk foi escolhido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para comandar o Departamento de Eficiência Governamental no governo do republicano.

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