Terça-feira, 29 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 3 de julho de 2020
O prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Jr, em live nesta sexta-feira (3) adiantou algumas das informações do próximo decreto, que deve ser publicado ainda no fim de semana. Já estarão interditados a partir deste sábado (04) os parques Moacyr Scliar (trecho 1 da orla), Gabriel Knijnik, Germânia, Chico Mendes e Harmonia. Outras medidas restritivas serão válidas por 15 dias a partir de segunda-feira (06).
As medidas incluirão: suspensão das atividades de academias, salões de beleza, lojas de eletroeletrônicos e Mercado Público, bem como de igrejas, cultos e templos; novo controle de entradas em supermercados e hipermercados, além da restrição de apenas um adulto por família dentro desses estabelecimentos; suspensão da Área Azul; interdição de bolsões de estacionamentos como os do Parque Marinha e Viaduto da Borges de Medeiros, próximo a elevada do Hospital Mãe de Deus; redução de atendimento simultâneo em lojas de ferragens e materiais de construção (um cliente por atendente).
Marchezan afirma que o apelo para “ficar em casa” nunca foi tão decisivo quanto agora. “Estamos no limiar entre a manutenção das atuais restrições e a avaliação de novas medidas, mais drásticas e totalmente indesejadas, mas que podem ser necessárias para salvar vidas caso sigamos totalmente pressionados pelos impactos da Covid-19 à nossa rede hospitalar”, antecipa. Em março, os índices de isolamento social alcançaram os níveis mais altos verificados na Capital, chegando a 71% em um domingo (22/03) e a 60% em uma quinta-feira (26/03).
No início da noite desta sexta-feira, o número de pacientes em leitos de UTI por coronavírus na rede hospitalar de Porto Alegre chegou a 222, entre confirmados (175) e suspeitos (47). Ao extrapolar o limite de 174 leitos previstos para a primeira fase do plano de contingência hospitalar da cidade e empurrar a Capital para uma etapa mais crítica de controle da pandemia, a gestão das estruturas de saúde é mobilizada para remanejar leitos, pacientes e destinar mais vagas em função da alta demanda por internações em unidades de terapia intensiva.
O panorama de demanda hospitalar, segundo o prefeito Nelson Marchezan Júnior, motivou a adoção de novas restrições à circulação de pessoas na Capital, com medidas que classificou como “um sinal muito forte aos porto-alegrenses”.
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que apoiar esse maldito isolamento hein amigo.
Não deve ser autônomo ou emprededor.
Pq ele não deu um jeito de aumentar os leitos! Todos os anos os hospitais lotam nessa época! Quem tem risco fica em casa! Se isola.. e deixa os demais tocar a vida!
DEMOROU,PARA TOMAR ESTA ATITUDE EM POA,PORQUE A COISA ESTA CADA VEZ MAIS FICANDO RUIM AS COISAS SOBRE ESTA PANDEMIA ,MAS ALI FICAVAM OS TEIMOSOS CIRCULANDO ,COMO NADA ESTIVESSE ACONTEÇENDO ALGO NO MUNDO ,O POVO DESEJA SER DIFERENTE DOS OUTROS ,MAS IRAO SE ACORDAR ,QUANDO TIVER UM PARENTE DELES COM ESTE VIRUS.
quer acabar com a cidade hein seu prefeito alias o que fez esse tempo todo na prefeitura ao inves de construir hospitais ficar nas colunas sociais seu marchezan hein…
E a próxima medida, espero, será impor multas aos alienados que circulam sem máscara, seguindo o exemplo do seu líder supremo, o palhaço Bozo.
Por não ter convicção do que fazer, está testando a saúde biológica e financeira da população. Com 55% dos leitos de uti ocupados por gente de fora de Porto Alegre, 65% dos infectados se infectaram em casa no isolamento, fecha a capital, o comércio os parques mas não abre hospitais, NEM OS DE CAMPANHA!!
Ele tem que interditar o cérebro dele este incompetente, o que fizeram com o dinheiro que o governo federal mandou para saúde????????????