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Mundo Renúncia do ministro da Economia agrava confluência de dificuldades na Argentina

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Argentinos convivem com inflação acima de 60%, moeda sob crescente pressão e títulos soberanos em mínimas históricas.

Foto: Reprodução
Motivados pelo câmbio vantajoso, turistas brasileiros escolhem o país como destino preferencial para passar as férias. (Foto: Reprodução)

O ministro da Economia da Argentina, Martín Guzmán, responsável por importante acordo de dívida recente com o Fundo Monetário Internacional (FMI), pediu demissão. A saída ocorre no momento em que surgem profundas divisões na coalizão governista sobre como lidar com as crescentes crises econômicas.

Guzmán, no cargo desde o fim de 2019 e aliado próximo do presidente Alberto Fernández, publicou carta no Twitter anunciando a decisão. Ele afirmou que mantém confiança em sua visão do caminho que a Argentina deve seguir.

O presidente peronista de centro-esquerda está enfrentando seu mais baixo índice de aprovação desde que tomou posse em 2019, com fissuras na coalizão, inflação acima de 60%, moeda sob crescente pressão e títulos soberanos em mínimas históricas.

Guzmán, um moderado, entrou em conflito com a poderosa vice-presidente Cristina Kirchner, ex-presidente por dois mandatos, que criticou sua maneira de lidar com a economia e pediu maiores gastos para aliviar os altos níveis de pobreza.

A demissão deixa o ministério sem liderança, no momento em que Guzmán viajaria à Europa para negociar um acordo de dívida de US$ 2 bilhões com o Clube de Paris, de credores soberanos.

Compras no exterior

O Banco Central da República da Argentina (BCRA) decidiu proibir o parcelamento de compras realizadas no exterior, em mais um esforço para conter a saída de dólares do país e mitigar a recente desvalorização do peso argentino.

Em comunicado, a autoridade monetária informou que, a partir desta segunda-feira (4), operadoras de cartão de crédito e provedoras de serviços financeiros poderão autorizar compras fora do país apenas à vista. A medida deve conter o consumo estrangeiro, já que a nação latino-americana enfrenta uma série de dificuldades econômicas.

Desde o início do ano, o dólar avançou mais de 20% ante o peso argentino, cotado a 125,453 pesos na sexta-feira (1º). Buenos Aires dispõe de reservas limitadas de moedas internacionais, em um cenário de inflação elevada e aperto monetário. No final do mês passado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou o desembolso imediato de cerca de US$ 4 bilhões ao país.

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Simeão Brasil
3 de julho de 2022 21:37

A população escolheu o socialismo Kirchnerinista na última eleição presidencial e, mesmo avisada pela direita do ex-presidente Alberto Fernández, escolheu esse caminho, cujo final sempre é repleto de crise institucional, revolta popular, corrupção e miséria! Estão colhendo o que plantaram!

Eloa Guterres
3 de julho de 2022 21:44

Aqui, um deixou por roubo, o outro por assédio!!

Cezar Roldão Schuaste
4 de julho de 2022 14:31

Sua mente e seu comentário estão atrasados em no minimo cinco anos ..

Simeão Brasil
3 de julho de 2022 22:25

Posta aqui a roubalheira com as fontes. Depois posta o PIB, taxa de desemprego e balança comercial, que são os indicadores da economia, também com as fontes. Se postares, concordo contigo. Se não postares é porque você postou fake! “Tá” contigo!

Eloa Guterres
3 de julho de 2022 21:46

Simeão, o macaco, nunca olha para seu rabo. Olha a roubalheira e a miseria aqui no Brasil!!

Austregésilo Silva
4 de julho de 2022 00:41

A América Latina está toda vermelha, é mais fácil enganar os mais desprovidos de instrução, de conhecimentos.

Rudimar Santos
4 de julho de 2022 14:40

Vote no lula e vc terá um Brasil Azul e branco

Jorge Souza
4 de julho de 2022 14:52

AQUI NO BRASIL A CULPA SEMPRE É DOS GOVERNOS ANTERIORES, OS COMENTÁRIOS HIPÓCRITAS JAMAIS VÃO DIZER QUE A CULPA DA CRISE ARGENTINA, È DO GOVERNO ANTERIOR, MAURICIO MACRI , DE DIREITA

José Costa
4 de julho de 2022 15:57

Ué. Aqui o Ochoa não se pronuncia? É muito idiota.

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