Quarta-feira, 09 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 10 de julho de 2021
O presidente discursou na Fiergs após "motociata"
Foto: O SulO presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (10), em Porto Alegre, que a compra da vacina indiana Covaxin, do laboratório Bharat Biotech, foi suspensa devido a controles governamentais.
A declaração foi dada durante discurso na Fiergs (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), depois de um passeio de moto que reuniu milhares de apoiadores.
“Dois anos e meio sem corrupção. Querem agora imputar um crime a mim de corrupção, onde uma dose sequer foi comprada da vacina”, disse o presidente. “Porque temos filtro, temos controle”, completou.
No fim de junho, o Ministério da Saúde suspendeu temporariamente o contrato de compra da vacina indiana, por orientação da CGU (Controladoria-Geral da União), dias depois dos depoimentos do deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) e do seu irmão, Luís Ricardo Miranda, chefe de importação da pasta, à CPI da Covid.
Ricardo Miranda relatou “pressões atípicas” para a compra da Covaxin e problemas no processo de importação, como a tentativa inicial de pagamento adiantado e o uso de uma empresa que não estava listada no contrato.
Democracia
No seu discurso na Fiergs, Bolsonaro também afirmou que tem um compromisso com a democracia. “Não abriremos mão da nossa democracia, da nossa liberdade, dos nossos direitos, garantidos em nossa Constituição. Quem pensa o contrário, está no caminho errado”, declarou.
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pra subir na moto e gritar ele tem força, mas pra nos salvar e responder a pfizer ele n pôde ter essa mesma agilidade
Exatamente pra isso que temos uma máquina burocrática pesada pra controlar e barrar tentativas de corrupção e dessa vez funcionou o que frustrou muita gente.
A mera tentativa de terceiros tentar corromper a administração federal não indica crime por parte da administração caso os mecanismos desta barrem esta tentativa, isso está difícil de entrar na cabeça de muita gente.
O mecanismo de controle chama-se “servidor de carreira”, também chamado de “comunista” ou “parasita”. Já o agente da corrupção foi o “coronel” – braço direito do “general” (cargo de confiança do Presidente) e indicado pelo “capitão”, que negociaram com um “cabo”. Quem é mesmo o Blanco? É um coronel?
O presidente Bolsonaro reiteradas vezes salienta suas prioridades, que são, obediência a Constituição Federal, democracia, liberdade e direito de propriedade. Quanto à compra da vacina Covaxin os “adoradores do vírus”, que tem por objetivo estender a pantomima do corona vírus até as eleições de 2022 conseguiram bloquear a aquisição dessa vacina.
Uma mentira convenientemente contada diversas vezes torna-se verdade na cabeça dos apoiadores. Aliás, parece que cargos estão sendo distribuídos à rodo para as forças de segurança. Com os militares e as polícias do lado vai ser difícil sair. Acho que vem golpe de novo.