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Brasil Equipes da Universidade Federal de Pelotas que realizam pesquisa sobre o coronavírus são agredidas e detidas

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Estudo liderado pela UFPel é feito em parceria com o Ministério da Saúde e o Ibope

Foto: Reprodução
Novo método vai ampliar testagem em massa e é o primeiro com base no sequenciamento genético do vírus. (Foto: Reprodução)

Equipes da UFPel (Universidade Federal de Pelotas) que realizam uma pesquisa nacional sobre a velocidade de expansão da Covid-19 no País estão enfrentando dificuldades para executar o trabalho em algumas cidades brasileiras.

O estudo é feito em parceria com o Ministério da Saúde e o Ibope. Segundo a universidade, profissionais foram agredidos e até detidos em cidades onde há isolamento social. A UFPel divulgou, neste domingo (17), uma nota sobre esses incidentes. Confira abaixo:

“A administração da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) vem a público prestar necessários esclarecimentos sobre a pesquisa EPICOVID19-BR, o maior estudo populacional sobre o coronavírus no Brasil. O estudo é coordenado pelo Centro de Pesquisas Epidemiológicas da UFPel, que há cerca de 40 anos, realiza estudos epidemiológicos em Pelotas, no Rio Grande do Sul, no Brasil e no mundo. O EPICOVID19-BR é financiado e apoiado pelo Ministério da Saúde, tendo em vista essa experiência de mais de 40 anos da UFPel em pesquisas similares, além da experiência exitosa do EPICOVID19-RS, que já concluiu três fases, incluindo a testagem de anticorpos para coronavírus em 13.189 pessoas, de nove cidades gaúchas. O projeto EPICOVID-BR foi submetido à apreciação ética da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), tendo sido aprovado no dia 28 de abril de 2020, sob o número CAEE 30721520.7.1001.5313. Para a coleta de dados, foi contratado, após processo seletivo, o IBOPE, empresa com larga experiência em estudos populacionais. Todos os requisitos éticos e de segurança estão sendo seguidos, incluindo o uso de equipamentos de proteção individual, a inclusão apenas de entrevistadores com teste negativo para anticorpos do coronavírus e instruções para o descarte dos materiais, conforme pactuado com o Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde responsabilizou-se por contatar os 133 municípios participantes da pesquisa, o que ocorreu por meio de ofício. Além disso, o estudo está divulgado na capa da página oficial do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br). Infelizmente, desde o início do trabalho de campo no dia 14 de maio (quinta-feira), as equipes da pesquisa vêm passando por diversas situações constrangedores, amplamente noticiadas na mídia. Em quase 40 cidades, os pesquisadores estão de braços cruzados, esperando autorização dos gestores municipais, num processo burocrático que pode causar prejuízo aos cofres públicos, visto que a pesquisa é integralmente financiada com recursos públicos. Nas situações mais graves, os entrevistadores do IBOPE foram detidos, com uso de força policial, tendo sido tratados como criminosos. Trata-se de cerca de 2.000 brasileiros e brasileiras, que estão trabalhando para sustentar suas famílias, numa pesquisa que pode salvar milhares de vidas, e que mereciam proteção das forças de segurança e uma salva de aplausos por parte de toda a população. Ao contrário, as forças de segurança, que deveriam proteger os entrevistadores, foram responsáveis por cenas lamentáveis e ações truculentas, algumas delas felizmente registradas. Por mais que a comunicação formal do Ministério da Saúde aos municípios possa ter chegado muito perto do início da coleta de dados, nada justifica o comportamento de “xerifes” assumido por alguns gestores municipais, que impedem ou atrapalham a realização de uma pesquisa que, com o perdão da repetição, pode ajudar a salvar a vida de milhares de brasileiros. Em meio a uma pandemia sem precedentes, o Brasil mereceria que todos os gestores municipais, das 133 cidades incluídas na pesquisa, tivessem o mesmo comportamento da Prefeitura de Manaus, a cidade mais afetada pela pandemia no país, e que mesmo assim, foi a primeira na qual a coleta de dados foi encerrada. Ao invés de citar os maus exemplos, fazemos um agradecimento especial à Prefeitura de Manaus, que soube compreender a relevância da pesquisa, e mesmo vivendo a maior crise de saúde da história do município, permitiu que nossos pesquisadores fizessem o seu trabalho, dando todo o suporte necessário.”

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Edu Filho
18 de maio de 2020 17:34

Meirelles Da Luz Maria Isabel O Correto então Seria Santa Maria no Centro do Estado ou na Capital Porto Alegre. A escolha de Perlotas é Política e Não Cientifica. Este Comunista do eruardo leite se mede com o outro LIXO do doria, Igualzinho.
Este Jornalismo Marron ou Globalista Não Vale NADA, mas sempre haveá que o Apoie, uma da das caracteristicas dos brasileiros é a falta de critérios, por isso tem Tanto LIXO na Vida Pública.

Isabel Meireles
17 de maio de 2020 22:59

Leia novamente a reportagem… Vou colar as principais informações que tu não deve ter lido direito: O estudo é coordenado pelo Centro de Pesquisas Epidemiológicas da UFPel, que há cerca de 40 anos, realiza estudos epidemiológicos em Pelotas, no Rio Grande do Sul, no Brasil e no mundo. São 133 cidades incluídas na pesquisa e já foram testadas 13.189 pessoas, de nove cidades gaúchas. Que ganha com a pesquisa somos nós, tu não acha? Quem autorizou? Ministério da Saúde… Governo Federal… isso te responde? Volto a te dizer leia novamente a reportagem e deleta esse teu poste para não passar… Leia mais »

Edu Filho
17 de maio de 2020 21:44

PORQUE PELOTAS? PORQUE PELOTAS É O REDUTO do Mentiroso De Campanha do eduardo leite, Que É Pelotas.
Quem Esta Ganhando DINHEIRO com a Pesquisa?
Quem Autorizou?
O amiguinho de doriana Comunista?
Sem Dúvida o PSDB Outro Partido Comunista Onde FHC Enriqueceu Com Fazendas um Professor de Sociologia.
Outro que Enriqueceu José Serra.
A Escumalha Comunista Veio do Exilio e Enriqueceu Com O Dinheiro De Nós Brasileiros.

Lodiglei Garcia
18 de maio de 2020 01:12

Achei interessante que os pesquisadores em meio a coleta de informações davam palpites que os comtaminados seriam 10 vezes maiores que os notificados positivos. Chutômetro ou pesquisa onde o resultado final deve ser compilado, analisado e divulgado oficialmente.

Isabel Meireles
18 de maio de 2020 01:36

Verdade.

Luiz Fernando Baldo
18 de maio de 2020 01:24

Não de bola para este idiota. Este tal Edu é um acéfalo que só fala asneira. Não percam tempo.

Leandro F. de Oliveira
18 de maio de 2020 01:58

A ignorância neste país tá saindo caro. Que bom que Manaus e o RS, estão dando exemplos de civilidade. Lamentável que alguns prefeitos sejam tão ignorantes e autoritários.

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