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Brasil Escritora Lygia Fagundes Telles morre aos 98 anos

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Paulistana era integrante da Academia Brasileira de Letras desde a década de 1980 e já recebeu os prêmios Camões e Jabuti

Foto: Divulgação
Paulistana era integrante da Academia Brasileira de Letras desde a década de 1980 e já recebeu os prêmios Camões e Jabuti. (Foto: Divulgação)

A escritora Lygia Fagundes Telles morreu na manhã deste domingo (03), aos 98 anos, em São Paulo. Ícone da literatura brasileira, ela era integrante da ABL (Academia Brasileira de Letras) desde a década de 1980 e já recebeu os prêmios Camões e Jabuti. Ela faleceu em casa, de causas naturais.

Lygia recebeu vários prêmios ao longo da carreira, tais como Camões (2005) e Jabuti (1966, 1974 e 2001). Ela tem obras traduzidas para o alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, polonês, sueco e tcheco, além de adaptações de suas obras para o cinema, teatro e TV.

Biografia

Lygia nasceu em São Paulo, em 19 de abril de 1923, e passou a infância no interior do Estado. Logo depois de alfabetizada, reproduzia nos cadernos escolares as histórias que ouvia. Ela escreveu seu primeiro conto, “Vidoca”, em 1938.

Na época do ensino fundamental, Lygia voltou para a capital com o pai, advogado, e a mãe, pianista, e estudou na Escola Caetano de Campos, colégio tradicional da cidade. Com apenas 15 anos, publicou seu primeiro livro de contos, “Porão e Sobrado”.

Em seguida, ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, onde se formou. Quando era estudante do pré-jurídico, a jovem cursou a Escola Superior de Educação Física da mesma universidade.

Segundo a ABL, ainda na adolescência manifestou-se a paixão, ou melhor, a vocação para a literatura incentivada pelos seus maiores amigos, os escritores Carlos Drummond de Andrade e Erico Verissimo.

Lygia considerava Ciranda de Pedra (1954) o marco inicial de suas obras completas. No mesmo ano, nasceu seu filho Goffredo da Silva Telles Neto, de seu primeiro casamento. Cineasta, ele viria lhe dar duas netas: Margarida e Lúcia, mãe da única bisneta, Marina.

Ainda nos anos 1950, foi publicado o livro Histórias do Desencontro (1958), que recebeu o Prêmio do Instituto Nacional do Livro.

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