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Acontece Especialistas alertam para casos de abusos sexuais contra crianças e adolescentes

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No Rio Grande do Sul, entre 2015 e 2020, foram notificados 15.020 casos, 33,5% foram contra crianças e 42,6% contra adolescentes. (Foto: Divulgação)

Os abusos sexuais cometidos contra crianças e adolescentes infelizmente fazem cada vez mais parte do nosso dia a dia. Especialistas alertam os pais a ficarem atentos para evitar este tipo de ocorrência. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, um caso de violência sexual acontece a cada oito minutos no país. O levantamento também apontou que mais de 70% são de estupros de vulneráveis e quase 85% das pessoas que cometem os crimes são familiares.

“Pode ser o pai, o padrasto, o vô, pode ser algum vizinho que convive muito próximo daquela família, então justamente no ambiente onde a criança deveria ser protegida, deveria ter um zelo, um cuidado, uma confiança, é onde acontece estes tipos de delito”, relatou a delegada Eliana Parahyba Lopes.

No Rio Grande do Sul, entre 2015 e 2020, foram notificados 15.020 casos, 33,5% foram contra crianças e 42,6% contra adolescentes. A maioria das vítimas era do sexo feminino. Esses abusos ocorreram com maior frequência onde os menores de idade moravam. A psicopedagoga Andressa Hass trabalha na área há nove anos e alerta como evitar isso.

“É importante que os pais tenham um olhar para aquela criança, cuidar com quem essa criança está convivendo, de que forma está convivendo, prestar atenção nos sinais que essa criança vai te apresentar durante essa trajetória de vida. Sempre mostrar a ela que o corpo dela é dela, e que, ela não deve permitir na sua convivência social que os outros venham a reagir naquele corpo. Então, na hora do banho não permitir que outra pessoa entre no banheiro junto com ela, somente as pessoas de sua convivência. Também ensinar que em momentos de festinhas, as pessoas não peguem ela no colo, que ela sempre chame o pai, a mãe ou o responsável porque essa criança nunca deve estar sozinha”, explicou a psicopedagoga Andressa Hass.

Também é preciso prestar atenção sempre aos sinais que a criança ou o adolescente apresentam no comportamento. A pena para quem comete este tipo de crime é de 8 a 12 anos de prisão. Para denunciar, ligue para o disque 100 ou 181 e procure a Delegacia mais próxima.

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