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Saúde “Esse travamento do País é péssimo para a saúde”, diz o ministro Luiz Henrique Mandetta

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Apesar de afirmar que não irá pedir aos governadores para afrouxarem as medidas, ministro da Saúde disse que alguns estão percebendo que aceleraram nas decisões e que será necessário fazer ajustes

Foto: Isac Nóbrega/PR
Mandetta (foto) tem divergências com Bolsonaro em relação ao combate ao coronavírus. (Foto: Isac Nóbrega/PR)

Em linha com o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que as restrições impostas nos Estados, como fechamento de comércios, são “péssimas” para o setor de saúde. Apesar de afirmar que não irá pedir aos governadores para afrouxarem as medidas, ele disse que alguns estão percebendo que aceleram nas decisões e que será necessário fazer ajustes.

“Tem médicos fechando consultórios. Daqui a pouco estou lá cuidando de um vírus, mas cadê o pré-natal? Cadê o cara que está fazendo a quimioterapia?. Não dá para chegar e dizer o que é essencial. Se precisar de um mecânico para consertar uma ambulância, ele é o mais essencial naquele momento”, disse ao sair do Palácio do Planalto, após conferência com governadores do Centro-Oeste e Sudeste.

O ministro disse ainda que medidas restritivas, como fechamento de aeroportos e rodovias, podem atrapalhar, por exemplo o funcionamento de fábricas de equipamentos médicos e suprimento de materiais, como máscaras.

Segundo o ministro, as ações precisam ser sincronizadas e não devem atender motivações políticas, como ele tem visto em alguns casos. “Tenho visto prefeitos com eleições na frente. Teve um que me ligou e falou que já tinha fechado mercearia, borracharia e açougue. Eu perguntei o porquê e ele me disse que o cara da oposição tinha dito na rádio que, se ele não fechasse, estava errado”.

Sistema de saúde

Luiz Henrique Mandetta afirmou que a evolução de casos de covid-19, doença transmitida pelo novo coronavírus, está dentro da previsão do governo. Também ressaltou que o País é autossuficiente na produção de cloroquina, medicamento que tem sido usado em casos mais graves, e que alguns países até solicitaram o remédio para o Brasil.

O ministro também voltou a defender o sigilo dos exames do presidente Jair Bolsonaro. Disse que os resultados cabem ao paciente e ao médico.

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Ildefonso Pavan
24 de março de 2020 21:37

Estamos diante de algo sem precedentes , imaginem nós trancafiados em casa , até aí tudo bem , mas até quando ? até enlouquecer ? pois não há previsões sequer quando sairemos dessa penúria .

João Lourenço
24 de março de 2020 18:55

O ministro está certo e fecharmos tudo à onde vamos parar

Adroaldo Mousquer
27 de maio de 2021 23:12

Você mora na Espanha. É uma privilegiada. E fica nos dizendo como nos conduzir? Trabalha para o governo?

Roseli Piffer
24 de março de 2020 21:17

concordo com o ministro,os prefeitos e governadores tem q rever certas atitudes q foi tomadas,não pode ser assim,como ele falou eleições a frente,não é fazendo assim q garante à reeleição.

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