Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 31 de agosto de 2015
O grupo jihadista Estado Islâmico executou, no período de um mês, quase cem pessoas, um terço das quais civis, nas áreas que estão sob o seu controle na Síria, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos. O grupo matou entre 29 de julho e 29 de agosto 91 pessoas, incluindo 32 civis, segundo a entidade.
O balanço inclui também membros do grupo extremista, combatentes rebeldes e membros das forças do presidente Bashar al-Assad, de acordo com o observatório. Com o estudo, sobe para 3.156 o número de pessoas executadas na Síria pelos extremistas desde junho de 2014. Entre as vítimas, estão mais de 1,8 mil civis.
Estados Unidos
A feitiçaria, a homossexualidade e a colaboração com a coligação liderada pelos Estados Unidos que combate os jihadistas são práticas punidas com a morte nas áreas controladas pelo Estado Islâmico. Na Síria, o grupo extremista sunita, que controla várias regiões em províncias do Norte e Centro do país, tem sido alvo, desde setembro de 2014, de ataques aéreos de uma coligação internacional liderada pelos EUA.
Bombardeio
Estes ataques ajudaram as forças curdas a recuperar algumas regiões, sem, no entanto, conseguir neutralizar o grupo extremista. Neste sábado, oito jihadistas do Estado Islâmico foram mortos em um bombardeio da coligação na cidade de Raqa (Norte), considerada a base do grupo na Síria. (ABr)
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