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Mundo Estados Unidos abatem objeto do tamanho de um carro que sobrevoava o Alasca

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O Pentágono comunicou que o objeto foi derrubado por se encontrar numa altura em representava uma ameaça ao tráfego aéreo civil.

Foto: US Force/Divulgação
O Pentágono comunicou que o objeto foi derrubado por se encontrar numa altura em representava uma ameaça ao tráfego aéreo civil. (Foto: US Force/Divulgação)

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, mandou abater um objeto que sobrevoava a região costeira do Estado do Alasca, comunicou nesta sexta-feira (10) a Casa Branca. A origem do objeto abatido ainda não está clara.

O porta-voz John Kirby detalhou que, nas últimas 24 horas, o Pentágono detectou um “objeto de grande altitude” sobre o Estado do Alasca e que Biden deu ordem para que um avião de combate o derrubasse.

Tanto a Casa Branca quanto o Pentágono comunicaram que o objeto foi derrubado por se encontrar numa altura em representava uma ameaça ao tráfego aéreo civil.

O objeto parece, em princípio, ser diferente do “balão espião” da China que os Estados Unidos derrubaram no sábado passado depois de ele sobrevoar várias áreas do país, acrescentou o porta-voz.

A China admitiu que o balão lhe pertence, mas disse que ele havia se extraviado da rota devido a ventos fortes e que é usado para fins meteorológicos e não para espionagem.

Kirby disse que o objeto abatido era muito menor, do tamanho de um veículo pequeno, enquanto as proporções do “balão espião” eram de “dois ou três ônibus”.

Além disso, o “balão espião” chinês tinha capacidade de manobra, ao passo que o “objeto” abatido não tinha essa capacidade e estava a favor do vento, detalhou o porta-voz.

Ao dar a ordem, Biden considerou a altitude em que o referido objeto voava, cerca de 12 quilômetros, o que o colocava numa altura em que poderia interferir na trajetória de aeronaves civis, destacou Kirby.

O “balão espião” chinês voava a uma altitude de cerca de 20 quilômetros. O objeto foi abatido sobre águas congeladas no Estado do Alasca, e os fragmentos foram coletados para que se possa determinar exatamente do que se trata, segundo a Casa Branca.

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