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Rio Grande do Sul Número diário de mortes por covid está mais baixo no Rio Grande do Sul, mas contágios continuam subindo

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A variante ômicron predomina em 98,9% das amostras analisadas. (Foto: EBC)

Em mais um dia de poucas mortes e muitos novos casos de contágio pelo coronavírus, o Rio Grande do Sul registrou neste sábado (8) mais cinco óbitos e 7.911 testes positivos. Com isso, o Estado ampliou para 1.530.029 o seu número de casos conhecidos desde o começo da pandemia (há quase 22 meses), dos quais 36.481 não resistiram.

Já a média móvel para os últimos sete dias aponta 3.826 contágios a cada 24 horas, número que era de 2.143 na sexta-feira (7) e de 1.515 na quinta (até então, o maior desde 6 de agosto). Segundo fontes extraoficiais, essa expansão pode ser atribuída à disseminação da variante ômicron.

Os cinco desfechos fatais da doença mencionados pelo balanço oficial da Secretaria Estadual da Saúde (SES) apresentam predomínio de idosos (quatro casos). As vítimas são um homem de Novo Hamburgo com 31 anos, uma  mulher de 66 que vivia em Campestre da Serra, outra de Arroio do Meio com 72, um habitante de Novo Hamburgo com 77 e uma residente em Farroupilha com 82 anos.

Apenas uma dentre todas as 497 cidades gaúchas ainda não registra qualquer óbito por covid. É Novo Tiradentes, localizada na Região Norte do Estado e que acumula 139 testes positivos desde o começo da pandemia, sem novos casos desde dezembro.

Outros dados sobre a pandemia

Dentre os infectados até agora, ao menos 1.465.502 (97%) já se recuperaram, em todos os 497 municípios gaúchos. Outros 27.938 (cerca de 2%) são casos ativos (em andamento), o que abrange desde os assintomáticos em quarentena domiciliar até casos graves atendidos em hospitais.

A taxa média de ocupação das unidades de terapia intensiva (UTIs) por adultos estava em 51,2% no início da noite (contra 52,3% na véspera), de acordo com o painel de monitoramento covid.saude.rs.gov.br. Esse índice resulta da proporção de 1.638 pacientes para um total de 3.200 leitos da modalidade em 301 hospitais. Já o total de internações pela doença chega a 114.587 (7%) desde março de 2020.

Já no que se refere ao andamento da imunização contra o coronavírus no Rio Grande do Sul, a plataforma on-line do governo gaúcho continua defasada, devido ao ataque cibernético aos sistemas do Ministério da Saúde. Quem acessa o site vacina.saude.rs.gov.br encontra apenas dados relativos ao status do processo no dia 9 de dezembro – por enquanto não há indicativo de quando o problema será solucionado.

Transmissão comunitária

Nesta sexta-feira, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) declarou oficialmente algo que já se sabia: o Rio Grande do Sul tem transmissão comunitária da variante ômicron, que até o momento foi identificada em 255 casos confirmados ou que sugerem infecção pela nova cepa. São pessoas residentes em 34 cidades, ou forasteiro submetidos a testagem durante visita ao Estado.

O conceito de transmissão comunitária ou local é definido quando o contágio entre pessoas ocorre no mesmo território, sem que qualquer uma delas tenha histórico recente de viagem para fora da área. Ou então se não for possível definir a origem da transmissão.

A ômicron foi identificada originalmente na África do Sul e é apontada como a responsável pelo súbito aumento de casos em vários países, devido à sua maior transmissibilidade. Esse crescimento também já é percebido no Rio Grande do Sul nas últimas semanas.

(Marcello Campos)

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