Quinta-feira, 16 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 25 de outubro de 2023
Cid confirmou que os dados falsos de Bolsonaro e de Laura foram inseridos no sistema do Ministério da Saúde.
Foto: DivulgaçãoO tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, afirmou em seu acordo de delação premiada à Polícia Federal (PF) que o ex-presidente da República ordenou, no fim do seu mandato no ano passado, que ele fraudasse cartões de vacina de covid-19 no sistema do Ministério da Saúde. As informações são do portal UOL.
Cid admitiu participação no esquema e apontou Bolsonaro como mandante. A reportagem diz que o ex-chefe do Executivo pediu que os cartões dele e da sua filha, Laura, de 13 anos, fossem fraudados. Segundo o tenente-coronel, os documentos foram impressos e entregues em mãos a Bolsonaro para que usasse quando “achasse conveniente”.
O ex-ajudante de ordens confirmou que os dados falsos de Bolsonaro e de Laura foram inseridos no sistema do Ministério da Saúde por servidores da prefeitura de Duque de Caxias (RJ) em 21 de dezembro de 2022, nove dias antes de o ex-presidente viajar para os Estados Unidos. Naquela época, as leis americanas exigiam que os viajantes comprovassem a imunização contra a covid.
As investigações da Operação Venire apontam que Bolsonaro e os seus aliados tinham “plena ciência” das falsificações. O objetivo, de acordo com a PF, era obter “vantagem indevida” em situações que necessitassem comprovação de vacina no Brasil e nos Estados Unidos.
A Polícia Federal identificou dois registros de vacinação de Bolsonaro no Centro Municipal de Saúde de Duque de Caxias. O ex-presidente teria tomado o imunizante Pfizer em 13 de agosto e em 14 de outubro do ano passado. Além de Bolsonaro e Laura, Mauro Cid também teria falsificado o próprio cartão de vacinação e os da sua mulher, Gabriela Cid, e de suas três filhas.
Em um depoimento para a PF no dia 16 de maio deste ano, Bolsonaro negou que ele e a filha teriam sido vacinados contra a covid. O ex-presidente também afirmou que não determinou e não tinha conhecimento das fraudes, o que agora é confrontado pela delação premiada de Cid.
Em suas redes sociais, o advogado e assessor de Bolsonaro, Fabio Wajngarten, rechaçou a hipótese de Bolsonaro ter ordenado a falsificação dos dados de vacinação, como o tenente-coronel Mauro Cid relatou à PF. “Chance zero”, disse Wajngarten na rede social X (antigo Twitter), completando.
“Mundo todo conhece a posição do Pr @jairbolsonaro sobre vacinação. Como chefe de Estado, o passaporte/visto que ele possui não exige nenhuma vacina. Filha menor de idade jamais necessitou de vacinação, até porque possui comorbidades”.
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Quadrilha atrapalhada. Quanta falácia.
Vigarice é a marca registrada do bozolismo
SE ATÉ O DIRCEU E O PALLOCI ABRIRAM O BICO, ESSE CAFÉ PEQUENO AI NÃO TEM COMO SE SEGURAR
Melancia X-9.
Bozo mais sujo que penico de hospital. Essa gente da extrema direita bolso-terrorista-golpista-osmar terra planista-cloroquina não tem limites. Essa gente veio para arrasar com o Brasil. Imagina se essa CATERVA ( Como fala o nosso historiador e jornalista (MARCO ANTÔNIO VILLA) tivesse ganhado ou ganho a eleição??? Toda a patifaria feita pelo chefe seria encoberta para sempre. Ainda bem que o povo honesto reconheceu o erro de 2018 e corrigiu em 2022. Só temos a agradecer ao povo honesto, ao STF e ao ESTADISTA LULA.
Cartao de vacina em sí já é uma fraude, nao sei quem teve a idéia de jerico de inventar isso na época…
Delação “COMBINADA” que até a imprenssa da esquerda sabe antes…
O cara quando tá com o reto na estaca, faz de tudo pra tirar. Aí começa a dar tiro pra todo lado. Quanto será que levou nesta combinação.