Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 8 de janeiro de 2022
Rodrigo Maia alertou que discussão sobre revogar as reformas, como tem sido defendido pelo PT, pode gerar insegurança
Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos DeputadosO ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (sem partido – RJ) afirmou, nesta sexta-feira (07), que todos os direitos fundamentais dos trabalhadores foram mantidos com a reforma trabalhista de 2017, e que qualquer discussão para revogação de leis deve ser discutida com cautela para não causar “insegurança institucional”.
“Na modernização das leis trabalhistas, apenas modificamos leis, não a Constituição, então os direitos fundamentais dos trabalhadores foram mantidos, como férias, descanso semanal, licença-maternidade, FGTS entre outros”, disse Maia.
De acordo com o político, as leis anteriores eram da época do governo de Getúlio Vargas, o que beneficiaria um grupo de advogados, que se aproveitavam da insegurança jurídica.
Na terça-feira (04), a presidente do PT (Partido dos Trabalhadores), Gleisi Hoffmann, defendeu a revogação da reforma trabalhista, e o ex-presidente Lula disse que os brasileiros devem “acompanhar de perto” a reforma promovida pelo presidente da Espanha, Pedro Sanchez.
O ex-ministro da Fazenda durante governos petistas Guido Mantega também criticou a reforma trabalhista e a existência do teto de gastos, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo. Na publicação, Mantega diz que a reforma “reduziu direitos e salários”, enquanto o teto “produziu inúmeras distorções na gestão orçamentária”.
Maia disse que esse movimento é uma autoanálise do PT, mas que Lula provavelmente não entrará neste debate no futuro, pois geraria insegurança institucional e jurídica. “Ficar discutindo revogação de lei só vai gerar insegurança institucional para o processo eleitoral, e, se o presidente Lula for realmente eleito, até no próprio início de governo”, colocou.
Rodrigo Maia também disse que este é um momento que demanda “calma e equilíbrio” para analisar de forma “racional e correta” os impactos da nova lei. Quanto às críticas de que a reforma de 2017 não teria gerado tantos empregos quanto poderia, o político explicou que a crise da JBS, no governo Temer, e o governo do presidente Jair Bolsonaro, além de aspectos econômicos, interferiram no processo.
Na entrevista, o ex-presidente da Câmara também afirmou que é necessário discutir desde a qualidade do trabalhador inserido no mercado até a inclusão. Maia criticou a postura do PT, alegando que durante os anos de 2013 a 2016, durante o governo Dilma, a produtividade do trabalhador caiu 2 pontos percentuais.
Por fim, Rodrigo Maia defendeu a reforma tributária e a reforma administrativa, pois, segundo o político, ajudariam na competitividade das empresas brasileiras.
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Rodrigo mala esquece covardemente de citar a pandemia, preferindo culpar Bolsonaro pela crise no emprego, sonegando a informação que, enquanto ele dava entrevista à Globo, Folha, Estadão, etc, insistindo e apoiando o “Fique em casa que economia a gente vê depois”, Bolsonaro era o único que lutava contra o feche tudo, quebre empresas e acabe com salários, mantendo a economia aberta com as restrições sociais já conhecidas e praticaras a época por todas as empresas abertas e funcionando. Mesmo com tudo isto, o governo de hoje está com 12.1% de desempregados, contra 14% deixado pelo PT, sem pandemia. Acorda Mala!
Esse Nhonhô fdp ainda está vivo?
Por que não enfia a língua no final dos próprios intestinos e fica quieto. Saco de estrume!!
Rodrigo Maia é mais um político oportunista, decadente desde que saiu da presidência da Câmara dos Deputados. E já sabe que não será reeleito!
Quando é que a PF vai investigar o BOTAFOGO, pois esqueceu dos verdadeiros Corruptos????