Terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Porto Alegre
Porto Alegre
25°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail ou WhatsApp.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia questiona mudanças sugeridas pelo PT: “Direitos trabalhistas foram mantidos”

Compartilhe esta notícia:

Rodrigo Maia alertou que discussão sobre revogar as reformas, como tem sido defendido pelo PT, pode gerar insegurança

Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Rodrigo Maia alertou que discussão sobre revogar as reformas, como tem sido defendido pelo PT, pode gerar insegurança. (Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados)

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (sem partido – RJ) afirmou,  nesta sexta-feira (07), que todos os direitos fundamentais dos trabalhadores foram mantidos com a reforma trabalhista de 2017, e que qualquer discussão para revogação de leis deve ser discutida com cautela para não causar “insegurança institucional”.

“Na modernização das leis trabalhistas, apenas modificamos leis, não a Constituição, então os direitos fundamentais dos trabalhadores foram mantidos, como férias, descanso semanal, licença-maternidade, FGTS entre outros”, disse Maia.

De acordo com o político, as leis anteriores eram da época do governo de Getúlio Vargas, o que beneficiaria um grupo de advogados, que se aproveitavam da insegurança jurídica.

Na terça-feira (04), a presidente do PT (Partido dos Trabalhadores), Gleisi Hoffmann, defendeu a revogação da reforma trabalhista, e o ex-presidente Lula disse que os brasileiros devem “acompanhar de perto” a reforma promovida pelo presidente da Espanha, Pedro Sanchez.

O ex-ministro da Fazenda durante governos petistas Guido Mantega também criticou a reforma trabalhista e a existência do teto de gastos, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo. Na publicação, Mantega diz que a reforma “reduziu direitos e salários”, enquanto o teto “produziu inúmeras distorções na gestão orçamentária”.

Maia disse que esse movimento é uma autoanálise do PT, mas que Lula provavelmente não entrará neste debate no futuro, pois geraria insegurança institucional e jurídica. “Ficar discutindo revogação de lei só vai gerar insegurança institucional para o processo eleitoral, e, se o presidente Lula for realmente eleito, até no próprio início de governo”, colocou.

Rodrigo Maia também disse que este é um momento que demanda “calma e equilíbrio” para analisar de forma “racional e correta” os impactos da nova lei. Quanto às críticas de que a reforma de 2017 não teria gerado tantos empregos quanto poderia, o político explicou que a crise da JBS, no governo Temer, e o governo do presidente Jair Bolsonaro, além de aspectos econômicos, interferiram no processo.

Na entrevista, o ex-presidente da Câmara também afirmou que é necessário discutir desde a qualidade do trabalhador inserido no mercado até a inclusão. Maia criticou a postura do PT, alegando que durante os anos de 2013 a 2016, durante o governo Dilma, a produtividade do trabalhador caiu 2 pontos percentuais.

Por fim, Rodrigo Maia defendeu a reforma tributária e a reforma administrativa, pois, segundo o político, ajudariam na competitividade das empresas brasileiras.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Defensoras públicas criam projeto para atender órfãos do feminicídio
Tribunal Constitucional espanhol decide que pagamento de dívida pode ser feito em troca de sexo oral
Deixe seu comentário
Pode te interessar