Domingo, 23 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 25 de maio de 2021
A ex-presidente Dilma Rousseff (PT), 73 anos, recebeu alta do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, na tarde desta terça-feira (25). Ela havia sido internada após sofrer um mal-estar na noite de segunda-feira (24).
Dilma participava de uma reunião virtual quando se sentiu mal. Segundo a assessoria de imprensa da petista, ela passou por exames na instituição de saúde sob o acompanhamento do médico Paulo Caramori.
Conforme a assessoria, os exames não indicaram nenhum problema de saúde. A petista deixou o hospital por volta das 15h30min desta terça.
“A Assessoria de Imprensa da ex-presidenta Dilma Rousseff informa que ela concluiu os exames realizados no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, e teve alta por volta das 15h30 desta terça-feira, 25. Ela já está em casa, em bom estado de saúde e consciente. Nada foi registrado nos exames feitos nesta tarde sob a supervisão do médico Paulo Caramori”, diz a nota.
Enquanto Dilma estava internada, o ex-presidente Lula afirmou que havia falado com ela pela manhã. “Falei com a Dilma e ela já estava se sentindo melhor, falante como sempre. Se Deus quiser, em breve já estará de volta em casa, recuperada e com muita disposição para nossa luta”, escreveu no Twitter.
A deputada federal pelo Estado do Paraná e presidente nacional do PT (Partido dos Trabalhadores), Gleisi Hoffmann, também se manifestou antes que Dilma recebesse alta: “Tudo bem com a Presidenta Dilma, pessoal! Ontem, após um mal estar, foi levada ao hospital, fez alguns exames, todos normais, e agora pela manhã está fazendo outros complementares. Todo carinho, presidenta!”, escreveu ela em seu perfil no Twitter.
Câncer
Em abril de 2009, Dilma anunciou a descoberta de um câncer, depois de se submeter a exames de rotina. Ela teve diagnosticado um tumor de 2,5 centímetros na axila. Na ocasião, os médicos informaram que o câncer se tratava de um linfoma não-Hodgkin do tipo “agressivo localizado”, mas tinha chance de cura em mais de 90% dos casos.
Em maio, a então ministra chegou a ficar internada no Sírio-Libanês, onde deu entrada com dores musculares decorrentes do tratamento quimioterápico. A própria Dilma havia dito, no começo deste mês, que, em breve, os médicos divulgariam uma nota dizendo que ela estava curada.
No final do mês de setembro, o hospital divulgou uma nota afirmando que Dilma estava “livre de qualquer evidência de linfoma”. A avaliação, coordenada pelos médicos Yana Novis, Paulo Hoff e Roberto Kalil Filho, revelou que, depois de exaustivos testes, foi constatado que o tratamento atingiu o resultado esperado e que a então ministra estava livre da doença.
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