Terça-feira, 22 de Setembro de 2020

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Artes Visuais Exposição virtual celebra o centenário de Carlos Scliar

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Mostra aborda a história, a obra e os lugares por onde Scliar passou, viveu e deixou suas marcas.

Foto: Leopoldo Plentz/Divulgação PMPA
Mostra aborda a história, a obra e os lugares por onde Scliar passou, viveu e deixou suas marcas. (Foto: Leopoldo Plentz/Divulgação PMPA)

Para homenagear o centenário de nascimento e a trajetória do artista gaúcho Carlos Scliar, a SMC (Secretaria Municipal da Cultura), através da CAP (Coordenação de Artes Plásticas), organizou a exposição virtual “Os Lugares de Carlos Scliar”. As curadoras da mostra, Carolina Grippa e Caroline Häedrich, produziram uma série de postagens para as redes sociais da CAP. O material aborda a história, a obra e os lugares por onde Scliar passou, viveu e deixou suas marcas. Ao todo, serão 14 publicações nos meses de junho e julho, sendo sete vídeos com depoimentos de familiares e amigos do artista, e um tour virtual nos painéis localizados no Salão Nobre, do Paço Municipal. A exposição pode ser conferida, a partir deste domingo (21), na página do Facebook, no Instagram da CAP e no site das pinacotecas.

Devido às restrições de contato social por causa da pandemia do novo coronavírus, a exposição foi adaptada para as mídias digitais. A partir do projeto original voltado para a mostra nas dependências do Paço Municipal (Pinacoteca Aldo Locatelli e Salão Nobre), as curadoras transformaram a proposta num conjunto de vídeos depoimentos, cards e tour virtual. As oficinas irão envolver as equipes de educação das pinacotecas e apoio dos familiares num movimento que pretende apontar a arte como um instrumento de autorreflexão e vetor de uma visão de mundo positiva e colaborativa.

Carlos Scliar (1920-2001)

O artista, nascido em Santa Maria em 21 de junho, passou a infância e o início da juventude em Porto Alegre. Desde cedo exercitou o próprio olhar sobre textos e imagens que lhe chegavam às mãos. E cedo também começou a escrever, a desenhar e a ilustrar os próprios textos. Com 15 anos participou da Exposição do Centenário Farroupilha (1935), realizada no Parque Farroupilha (Redenção). Também participou da criação da Associação Rio-grandense de Artes Plásticas Francisco Lisboa, estabeleceu relações com artistas e escritores de todo Brasil. Teve papel fundamental na criação dos Clubes de Gravura de Porto Alegre e Bagé na década de 1950, demarcando uma posição estética e política decisiva naqueles anos em que o Brasil caminhava a passos largos para um processo de grandes transformações culturais e econômicas.

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