Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 14 de abril de 2025
O gabinete do presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, está de plantão para atender a pedidos urgentes.
Foto: Nelson Jr./SCO/STFOs ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) terão dez dias de folga após decidirem emendar a Páscoa com o feriado de Tiradentes e um dia de recesso do judiciário.
Desde a tarde da última sexta-feira (11), os magistrados interromperam seus compromissos e só os retomarão na terça-feira (22) da semana que vem, quando começarão a julgar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o núcleo 2 do inquérito do golpe.
Procurada, a Corte afirmou que “os ministros seguem proferindo decisões nos processos do seu acervo e votos no Plenário Virtual. Apenas não haverá sessões de julgamento na quarta e na quinta.”
Apesar da ausência dos ministros, alguns de seus servidores vão bater ponto normalmente entre uma festividade e outra. “Os funcionários de setores técnicos que precisarem trabalhar nesse período, para emissão de ofícios e comunicações, por exemplo, recebem hora extra”, informou o tribunal por meio de sua assessoria.
O gabinete do presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, está de plantão para atender a pedidos urgentes.
O longo período de descanso, equivalente a um terço das férias anuais a que trabalhadores celetistas têm direito, se deve à junção do último fim de semana com o feriado desta quarta-feira (16), que existe apenas no Poder Judiciário. E também ao tradicional feriado da Páscoa, nos dias 17 e 18. Na segunda-feira, é Dia de Tiradentes.
Assim, os magistrados acumularão dez dias de folga antes de retomarem o julgamento relacionado à tentativa de golpe de Estado do 8 de janeiro.
No dia 22, a primeira turma do STF decidirá se tornará réus denunciados pela PGR no chamado “núcleo 2? da trama golpista. O grupo inclui o general Mário Fernandes, ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência; Filipe Martins, ex-assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais; Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF); o coronel Marcelo Câmara, ex-assessor de Jair Bolsonaro; Marília Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça; e Fernando de Souza Oliveira, delegado da Polícia Federal (PF) e ex-secretário-executivo da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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O sistema é assim. Afinal, quem decide são eles mesmos, e o povo que se lasque. E ainda têm os capachos que acham certo e bonito o seu país afundando cada vez mais.
Por quê a mídia golpista não faz matérias sobre a sonegação de impostos de empresários picaretas, dentistas e médicos que não dão recibo, etc etc e tal???
Bem. Por um lado nos dá um alívio saber que esse “puxadinho” do Instituto Lula estará fechado por 10 dias pois, assim não estarão prendendo mais algum inocente ou se atravessando na Política e querendo mandar no Congresso Nacional, que de Nacional, já não tem mais nada. – Mais parece a Bolsa de Valores. Por outro lado, acharam também uma desculpa pare assaltar os cofres com horas-extras para servidores que, durante 10 dias vão engordar seus saldos bancários às custas da população pagadora de impostos. ( e não é pouco o que ganham). Enfim. O Brasil continua o mesmo que… Leia mais »
O emprego dos meus sonhos. Trabalhar pouco e ganhar muito. Mas, quando não se tem QI, trabalha-se das 8 às 18.
Mais uma matéria atacandono poder judiciário em especial a última instância. Quanto custa a família bolsonaro para o povo brasileiro, chê???