Domingo, 09 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 6 de dezembro de 2020
Sobrevoou ajudou a identificar localização de gafanhotos.
Foto: Cristian Kempf/DivulgaçãoA Seapdr (Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural) segue monitorando a ocorrência de gafanhotos no noroeste do Estado. “Há grande desfolhamento em área de mata nativa na região central do foco de gafanhotos, entre os municípios de São Valério do Sul e Santo Augusto”, informou o fiscal estadual agropecuário André Ebone. Ele sobrevoou a área na sexta-feira (4), graças a uma parceria com uma empresa de aviação agrícola e um produtor rural que cedeu a pista de pouso na região.
“A estimativa é de 20 a 30 hectares de mata nativa com severos danos, inserida na reserva indígena Inhacorá. Notamos que os danos se concentram na mata contínua, não sendo observados em outros remanescentes devido à interrupção ocasionada pelas áreas de lavoura”, explicou Ebone.
O fiscal estadual agropecuário Alonso Andrade disse que a equipe em terra constatou grande presença de gafanhotos nas áreas de mata, e alguma presença em áreas agrícolas, com pouca mobilidade e sem aumento nos danos já verificados nas lavouras durante a semana. “As áreas de mata, especialmente exemplares de timbó, estão severamente atacados. Mas nas lavouras há presença de poucos gafanhotos, com pouco ou nenhum dano”, informou.
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Não parece ser correto somente monitorar. Importante é combater até a extinção. Estranho ficar observando danos e nada fazer. Será que estão aguardando uma tragédia para tomar uma atitude racional? Esperando o ataque nas lavouras? Esperando o prejuízo anunciado? Com a palavra os especialistas!