Sábado, 29 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 20 de fevereiro de 2025
O parlamentar criticou o procurador-geral e o ministro Alexandre de Moraes.
Foto: Jefferson Rudy/Agência SenadoO senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que não há “nenhuma prova” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, denunciado esta semana pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Em publicação no X (antigo Twitter), o parlamentar faz críticas ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
“Mesmo depois de Alexandre de Moraes ter esculachado o Ministério Público Federal na fabricação dos inquéritos e torturado Mauro Cid para “delatar” o que não existiu, o PGR se rebaixa. Cumpre sua missão inconstitucional e imoral de atender ao fígado de Alexandre de Moraes e ao interesse nefasto de lula, que está nos seus últimos meses de presidência”, escreveu Flávio.
Na denúncia, Bolsonaro é apontado como líder de uma organização criminosa “baseada em projeto autoritário de poder” e “com forte influência de setores militares”.
Os crimes atribuídos ao ex-presidente são: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
Golpe de Estado, organização criminosa armada, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.
A denúncia de 270 páginas foi enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF). Cabe agora aos ministros da Primeira Turma analisar o documento para decidir se há provas suficientes para abrir uma ação penal. O relator é Alexandre de Moraes.
Em nota, a defesa de Jair Bolsonaro rebateu a denúncia da PGR chamando-a de “inepta”, “precária” e “incoerente”. Os advogados do ex-presidente também alegam que a denúncia é baseada em um acordo de colaboração “fantasioso” do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência.
O posicionamento de Bolsonaro também afirma que, “a despeito dos quase dois anos de investigações, (…) nenhum elemento que conectasse minimamente o (ex-) presidente à narrativa construída na denúncia foi encontrado”.
Nessa quinta, o ministro Alexandre de Moraes, rejeitou o pedido da defesa do ex-presidente para ampliar de 15 para 83 dias o prazo de apresentação da resposta à denúncia da PGR sobre a tentativa de golpe de Estado. Moraes destacou que não há base legal para a prorrogação solicitada pelos advogados do ex-presidente.
“Saliente-se, ainda, que os requerimentos alternativos formulados para a concessão de 83 (oitenta e três) dias de prazo ou prazo em dobro, carecem de qualquer previsão legal, pois a legislação prevê o prazo de 15 (quinze) dias, nos termos do art. 4º da Lei 8.038/90 e no art. 233 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal”, afirmou Moraes na decisão.
A defesa de Bolsonaro argumentou que o prazo era insuficiente diante da complexidade do caso, que envolve mais de 100 mil páginas de documentos. No entanto, o ministro reiterou que o prazo estabelecido pela legislação deve ser cumprido. “Igualmente, carece de previsão legal o requerimento de apresentação de defesa prévia após a manifestação do colaborador, uma vez que ainda não existe ação penal instaurada”, ressaltou.
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Esse Flávio Bolsonaro deve ser doido, ou está louco. Ainda queria mais prova, do que as que estão nos inqueritos. Com muito menos, outras pessoas já estariam presas. Não adianta chorar, ném Choromingar, que BOLSONARO vai tirar umas longas férias no presídio da PAPUDA vai? A única pena que tenho de VOLSONARO é que com medo de ser preso, está fazendo XIXi, ou seja se urinando nas calças de instantes a instantes. Mais logo isso vai acabar, quando estiver descansando no presídio da PAPUDA.