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Política Flávio Bolsonaro pede união da direita e tenta mostrar clima de “paz” com Tarcísio de Freitas e Michelle

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Senador (foto) elogiou Michelle e Tarcísio, além de fazer acenos a Caiado, Zema e Ratinho

Foto: Reprodução
“Fui sim à casa de Vorcaro, para pôr ponto final nessa história”, disse. (Foto: Reprodução)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, publicou neste sábado (17), um vídeo nas redes sociais em que pede união da direita contra o PT e tenta conter disputas internas no campo bolsonarista. Na gravação, ele cita o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como aliados estratégicos.

“Todos nós que queremos um Brasil melhor temos que ter muita sabedoria e união para vencer o partido das trevas”, afirmou. “Como é que a gente vai unir o Brasil se a gente não consegue unir a direita antes?”, disse o senador.

“Não caia em pilha errada. O Tarcísio é um aliado fundamental. A Michelle tem um papel importantíssimo”, afirmou. O vídeo foi divulgado dias após movimentações que reacenderam a disputa para ser sucessor político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso.

Nesta semana, Michelle compartilhou uma publicação de Tarcísio em tom eleitoral e curtiu um comentário da primeira-dama de São Paulo, Cristiane Freitas, que defendeu “um novo CEO para o Brasil”, frase interpretada por aliados como um incentivo à candidatura do governador.

Na sequência do vídeo, Flávio voltou a mencionar o pai, atualmente preso na Papudinha e impedido de disputar eleições, e disse que seguirá atuando politicamente para que ele volte a concorrer.

“Eu tenho certeza que você também queria ver o meu pai Jair Messias Bolsonaro livre e de volta à Presidência. Enquanto isso não é possível, você não gostaria de presenciar um momento em que eu, Tarcísio, Michelle, Zema, Caiado e tantas outras lideranças estivéssemos juntos no mesmo palanque, pela mesma causa?”, declarou.

Em entrevista na quinta-feira (15), Flávio afirmou que não conversou com Michelle após a repercussão das publicações, mas disse que seguirá buscando unidade no campo conservador.

“Depois que saiu essa coisa, eu não conversei com ela ainda, mas vou sempre buscar a unidade”, afirmou após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, ainda na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

O senador também reforçou que sua pré-candidatura não está em debate e afirmou que foi escolhido diretamente pelo ex-presidente. “Tem uma situação concreta colocada. Sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. Não vai ter outra possibilidade. A minha pré-candidatura é uma coisa que não tem volta”, disse.

Flávio também comentou a pesquisa Genial/Quaest divulgada na quarta-feira, em que aparece em segundo lugar, atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nos cenários testados. Segundo o levantamento, Lula aparece com intenções de voto entre 36% e 39%, enquanto o senador varia de 23% a 32%.

“O resultado de hoje ainda não reflete bem a realidade. Não existe aquela distância entre eu e o Lula”, afirmou. (Com informações de O Estado de S.Paulo)

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Pedro Schaan
17 de janeiro de 2026 21:41

A tal “união da direita” propagada pelos Frouxonaros é sempre com eles no comando, nunca algum outro mais competente e menos burro. Família desgraçada que só pensa em si mesma. Traiu todos eleitores e descumpriu todas promessas de campanha. Só bravatearam e arregaram. E não têm nem vergonha de pedirem voto no Flávio Rachadinha agora, o qual, todo mundo sabe, jamais ganharia do Luladrão. Jair “indicou” o Flavio só para embaralhar o meio de campo e achacar o Centrão, pois sabe que ele não ganha. É só para ele não perder relevância e ser esquecido na cadeia.

Getulio S. Dias Academico
17 de janeiro de 2026 23:53

Parece até que é sério.

Vanderlei Stefani
18 de janeiro de 2026 13:12

Eduardo Bolsonaro tem sete dias, sete dias para decidir entre ser expulso pelos Estados Unidos de Donald Trump ou voltar para o Brasil e enfrentar a prisão. O aliado mais fervoroso de Trump, aquele que aplaudia cada deportação, cada endurecimento na fronteira, cada operação contra imigrantes ilegais, agora está do outro lado da política que tanto defendeu.

Vanderlei Stefani
18 de janeiro de 2026 13:44

Se o país fosse uma ditadura Micheque estaria viúva.

Wilson Rodrigues Luz Rodrigues
19 de janeiro de 2026 17:36

Gente já é tempo dos Governadores dos Estados do Rio Grande do Sul, do Paraná, de Minas Gerais e do Estado de Goiás, se reunirem e macharem junto, em torno de um governador, que poderá ser escolhido entre si, EDUARDO LEITE, RATINHO JUNIOR, RONALDO CAIADO e ROMEU ZEMA? Porque apoiar uma candidatura IMPOSTA, sem consenso? Essa tal direita está DOIDA?

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