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Colunistas Forças Armadas entregaram ao TSE questionário sobre fragilidades do processo eleitoral eletrônico

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Presidente Jair Bolsonaro ontem, em Brasília, com o ministro Onyx Lorenzoni e o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo. (Foto: Agência Brasil)

Convidado a participar do processo eleitoral, o Ministério da Defesa apresentou ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luis Roberto Barroso, um questionário destinado a esclarecer supostas fragilidades encontradas no processo eletrônico. A revelação é do presidente Jair Bolsonaro:

“Vou adiantar parte do que esta acontecendo. As Forças Armadas foram convidadas pelo Barroso a participar da eleição. Aceitamos participar de todo o processo eletrônico, sem exceção. E a Defesa (Ministério da Defesa) fez agora alguns questionamentos ao sr. ministro Barroso, do TSE, sobre fragilidades da urna eletrônica. Estamos aguardando o resultado do TSE, do ministro Barroso. Pode ser que ele nos convença que estamos errados. Mas, se nós estivermos errados podem ter certeza que algo tem que ser mudado no TSE. Não vai ser com bravata de quem quer que seja no Brasil, que nós vamos aqui aceitar o que querem impor a nossa população. Os brasileiros merecem eleições limpas e transparentes. Ninguém é dono da verdade em nosso país. Então, a lei vai ser cumprida, e teremos eleições limpas e transparentes. Podem ter certeza disso.”

Sebastião Melo defendeu o “SUS do Transporte”

Andou bem o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, que ontem, em Brasilia, ao lado do ministro do Trabalho, Onyx Lorenzoni, esteve com o presidente da República, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, em Brasília. O prefeito defendeu a sua proposta do “SUS do transporte”, que prevê redução de impostos federais sobre itens que impactam na tarifa de ônibus e pela contribuição da União no financiamento do transporte público:

“Precisamos unir esforços para que a população tenha um serviço de mais qualidade a preço acessível. A criação do SUS do transporte é essencial para financiar a passagem daqueles que não podem pagar e baixar a tarifa para quem paga. A crise do transporte é comum às grandes cidades, e é o momento de as diferentes instâncias dos governos se unirem para criar soluções.”

O pico e queda da ômicron no Brasil

O padrão da ômicron na África do Sul e no Reino Unido (onde começou a redução do número de novos casos/dia após 48 dias de subida vertiginosa) pode servir de referência para outros países. É o que sugere o médico e ex-ministro Osmar Terra, ao comentar:

“No Brasil o contágio rápido da ômicron começou a ser detectado na véspera do Natal. Agora soma 17 dias de subida rápida. Se seguir padrão da África do Sul e Reino Unido, ainda teremos 3 a 4 semanas de aumento acelerado. Depois deve cair e finalizar o surto.”

Oposição quer nova CPI da Covid no Senado

A oposição sentiu falta de um novo palanque eleitoral e, ontem, o saltitante senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), com apoio do senador Renan Calheiros (MDB), protocolou um requerimento para abertura de uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid. O pedido, endereçado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), descarta investigar casos de desvio de recursos públicos, mas deseja investigar atos e possíveis omissões do governo Bolsonaro no combate à pandemia a partir de novembro do ano passado. Caso o presidente no Senado não decida, a Rede poderá buscar apoio junto ao seu principal aliado, o STF.

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