Quarta-feira, 01 de abril de 2026
Por Gustavo Victorino | 26 de março de 2026
Ao atacar o Irã, Israel e os EUA deixaram uma pergunta no ar aos seus crítico.
Foto: ReproduçãoEsta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
A guerra deflagrada no Oriente Médio traz à tona uma antiga discussão sobre religiosidade e os limites da barbárie.
Enquanto a imprensa woke insiste em atacar o direito de sobrevivência de Israel, as práticas religiosas extremadas da região são ignoradas pela agenda antissemita que destaca mortes de mulheres em bombardeio, comprando as informações iranianas como verdadeiras, mas ignora as centenas de mulheres enforcadas, decapitadas ou fuziladas por um regime que extrapola os limites da religião e fere de morte os próprios ditames do alcorão que na sua essência prega a harmonia e a paz.
Usar a religião como fonte de dominação e o massacre a quem pensa diferente não pode ser confundido ou simplesmente definido como teocracia.
Países da região tem a mesma religiosidade e, salvo raras exceções, evitam as barbáries que servem apenas para levar o medo e o terror à população escravizada pela força ou pela ideologização sem limites.
Ao atacar o Irã, Israel e os EUA deixaram uma pergunta no ar aos seus críticos, afinal o que é pior para o mundo, o preço do combustível na bomba ou o Irã com arma nuclear apontando para todo o planeta ou mesmo para quem simplesmente o contrariar.
Próximo de enriquecer urânio a 70%, o Irã nunca escondeu qual seria o seu primeiro alvo, mas ninguém sabe qual seria o último.
Nações consideradas inimigas passariam a conviver com o eterno medo de ter uma explosão nuclear em suas entranhas a partir do simples mau humor de um aiatolá precisando mostrar sua força e espalhar o terror.
Culpar Trump e Israel parece um escapismo simplista de quem não enxerga um palmo adiante do nariz e faz do vitimismo uma bandeira ideológica ridícula e rasteira.
Todos pagamos o preço cobrado pela guerra, mas os motivos que a iniciaram merecem uma reflexão resignada sobre o futuro que queremos e o que se descortinava como uma realidade dura e sombria.
Para ter paz é preciso estar preparado para a guerra…
Gustavo Victorino – Deputado Estadual RS, Advogado, Jornalista e Radialista.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
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O único motivo que não houve guerra nuclear entre as potências é que vai ser uma guerra que vai exterminar a humanidade. Nada mais do que isso.
No Irã, uma minoria governa através da ditadura, deixando o povo refém de seus dogmas, e infelizmente jornalistas progressistas passam pano e se apegam a falsas referências como soberania, para justificar que ninguém faça nada, enquanto povos são massacrados por ditadores. Acontece no Irã, na Venezuela, na Nicarágua, em Cuba e em diversos países cujo poder é exercido por meio de uma ditadura.
Esse porco sempre metendo o focinho aonde não for chamado!
Antes de vir aqui escrever merda, passa no MOBRAL, Velha caquética!
Velha caquético foj a tua mãe que te pariu idiota. Vau te denunciar!