Sábado, 12 de Junho de 2021

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Brasil Governo federal anuncia mais de 900 milhões para combater o coronavírus no País

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Ao longo do ano passado, o Pronampe disponibilizou mais de R$ 37 bilhões em financiamentos. (Foto: Agência Brasil)

O Ministério da Saúde anunciou durante coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira (11), a liberação de R$ 909 milhões destinados ao combate da pandemia de coronavírus no País. A cerimônia contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro, que não se pronunciou durante o evento, e do ministro Marcelo Queiroga.

O valor será destinado às administrações municipais e dividido em quatro eixos principais: R$ 395 milhões serão para a atenção primária à Saúde; R$ 120 milhões para o apoio e cuidado de pessoas idosas; R$ 345 milhões de incentivo financeiro para garantir a segurança alimentar e prevenir a má nutrição em crianças menores de 7 anos e gestantes com perfil no Bolsa Família; e fortalecimento das equipes de assistência aos povos e comunidades tradicionais, como quilombolas e indígenas, no valor de R$ 48 milhões.

Durante a cerimônia, que durou cerca de 20 minutos, Queiroga frisou que a capacidade de vacinação no País é superior a dois milhões de doses administradas por dia. Ele também voltou a afirmar que o governo federal liberou a compra de 100 milhões de doses do imunizante produzido pela Pfizer.

A previsão de entrega, de acordo com o ministro, é que 30 milhões de doses da vacina produzida pela Pfizer chegue ao Brasil até o final de setembro e os outros 70 milhões até dezembro.

Na segunda-feira (10), o Brasil aplicou pouco mais de 900 mil doses de vacina em todo o território nacional. O principal empecilho para atingir a quantidade mencionada pelo ministro Queiroga continua sendo a falta de imunizantes.

Pfizer

A Pfizer confirmou a entrega do 3º lote do primeiro contrato de 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19 junto ao governo brasileiro. A remessa com 628 mil doses está programada para chegar nesta quarta-feira (12) à noite ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

Nesta terça, o Ministério da Saúde anunciou que a vacinação de grávidas e de puérperas será restrita somente às mulheres com comorbidades (doenças pré-existentes) e elas devem receber apenas as vacinas Pfizer e CoronaVac.

A determinação vale até que sejam concluídas as análises de um caso raro de morte de uma gestante de 35 anos por causa de um acidente vascular cerebral hemorrágico (AVC) que pode ter ligação com o uso da vacina AstraZeneca.

O óbito ainda está em investigação e, segundo o governo federal, ainda não está comprovado que a vacinação tenha causado a complicação na gestante.

A primeira remessa teve 1 milhão de doses e foi recebida pelo País em 29 de abril, também por Viracopos, com cerimônia que contou com a presença do ministro da Saúde. No dia 5 de maio, um segundo lote com 629 mil doses também chegou ao Brasil pelo terminal de Campinas.

A Pfizer é a terceira vacina a ser usada no Brasil para enfrentamento à covid-19 e, com a nova entrega, o País contabilizará 2,2 milhões de imunizantes da farmacêutica americana.

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