Segunda-feira, 28 de setembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Governo quer reduzir juros do empréstimo consignado aos segurados do INSS

Compartilhe esta notícia:

A medida foi publicada em uma portaria do Tesouro do Estado. (Foto: Fotos Públicas)

O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), quer diminuir os juros do empréstimo consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O movimento vem na esteira das críticas feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à atuação do Banco Central. Depende, no entanto, da aprovação do Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), não apenas da vontade política.

Descontado diretamente do pagamento de benefícios, o consignado do INSS tem taxas menores que a do crédito pessoal porque é alternativa interessante para os bancos, já que há menor risco de inadimplência. Os juros são hoje de 2,14% ao mês no caso de desconto na folha e de cerca de 3% com uso do cartão de crédito.

“Ter mais de 3% ao mês para uma população que ganha em média 60% do salário mínimo eu acho criminoso. Já estou conversando com quem faz parte do conselho e, na próxima reunião, com certeza vamos reduzir essa taxa de juros”, afirmou o ministro, em agenda no Rio de Janeiro.

Antes, Lupi havia declarado a intenção de reduzir os juros em entrevista ao portal de notícias UOL. Tanto ao portal, quanto na agenda no Rio, no entanto, o ministro não detalhou qual seria o percentual ideal para a taxa. A próxima reunião do CNPS está prevista para 13 de março.

Na visita ao Rio, seu reduto político, o pedetista também firmou parceria com o prefeito Eduardo Paes (PSD) para a venda de imóveis abandonados do INSS para a Prefeitura.

Bolsa Família

Em outra frente, a Caixa Econômica Federal anunciou a suspensão definitiva da concessão de empréstimo consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil, programa que voltará a ser chamado de Bolsa Família.

Novas contratações já haviam sido suspensas pelo banco em janeiro para revisão de critérios. Os estudos foram concluídos e “o banco decidiu retirar o produto de seu portfólio”.

“Para os contratos já realizados, nada muda. O pagamento das prestações continua sendo realizado de forma automática, por meio do desconto no benefício, diretamente pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS)”, destacou o banco em comunicado à imprensa.

A Caixa Econômica Federal não é o único banco que oferece o crédito consignado para beneficiários do Auxílio Brasil. Mas, segundo o Ministério da Cidadania, 80% do total de contratações havia sido feita via Caixa, segundo balanço até 1º de novembro.

Há pelo menos outras 11 instituições financeiras autorizadas pelo governo anterior a realizar os empréstimos.

No começo de janeiro, o governo anunciou que os endividados do consignado do Auxílio Brasil seriam incluídos no programa Desenrola Brasil, promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para resolver o problema do alto nível de endividamento dos brasileiros. As informações são do jornal Valor Econômico e do portal de notícias G1.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Cinco praias do Extremo Sul de Porto Alegre estão liberadas para banho
Deputada Carla Zambelli dá detalhes de sua comunicação com o gabinete de Alexandre de Moraes: “Ninguém estava acreditando que era eu”
Pode te interessar