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Geral Gripe aviária: Japão suspende importação de aves de Santa Catarina

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A suspensão ocorre após o registro de um foco de influenza aviária de alta patogenicidade. (Foto: Reprodução)

O Japão suspendeu a importação de produtos avícolas de Santa Catarina após a confirmação de um caso de gripe aviária em aves de produção de subsistência no Estado. A suspensão foi informada em ofício pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura aos frigoríficos aptos a exportar para o país.

O embargo, segundo o documento, partiu do Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (MAF). Segundo a pasta, a adidância brasileira em Tóquio foi informada pelo órgão que as inspeções de importação de aves vivas, carne de aves e ovos do Estado de Santa Catarina estão suspensas no Japão.

No documento aos estabelecimentos com Serviço de Inspeção Federal (SIF) aptos a exportar para o Japão, o ministério afirmou que “está realizando as gestões necessárias para prestar os devidos esclarecimentos às autoridades japonesas”.

A suspensão ocorre após o registro de um foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAPP) em aves de produção de subsistência (fundo de quintal) no município de Maracajá, confirmado pelo Ministério no último sábado, 15. O Japão já havia embargado as importações de produtos avícolas do Espírito Santo por um caso semelhante.

Resolução da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) prevê que as notificações em aves silvestres e ou de subsistência não comprometem o status do Brasil como país livre de IAAP e não trazem restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros. Santa Catarina é o segundo maior Estado produtor e exportador de carne de frango do País.

Veja abaixo o que diz em nota oficial o Ministério da Agricultura brasileiro.

“Desde a detecção da infecção pelo vírus Influenza A de alta patogenicidade (H5N1) em aves silvestres aquáticas migratórias no Brasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária instalou permanente estado de alerta, com intensificação das ações de educação e comunicação de risco sobre a doença e das ações de vigilância em aves em todo o país, motivando novas notificações.

No último sábado (15), foi confirmado foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves domésticas de subsistência em propriedade no município de Maracajá (SC), onde encontravam-se múltiplas espécies de aves – galinha, galinha-d´angola, faisão, ganso, pato, perdiz e peru -, as quais eram criadas soltas e não eram destinadas à produção de produtos para comercialização. A propriedade possui uma pequena área alagada (açude), onde são avistadas aves silvestres de vida livre.

Diante da situação, o Mapa informa que a propriedade está interditada desde o primeiro atendimento realizado pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO). Após a confirmação, todas as aves foram eutanasiadas e as carcaças foram destruídas e enterradas.

De acordo com o Código Sanitário de Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), a ocorrência da infecção pelo vírus da influenza A de alta patogenicidade em aves silvestres e domésticas de subsistência não compromete a condição do Brasil como país livre de IAAP. No entanto, o Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (MAFF) comunicou a decisão de suspender a importação de aves vivas e carne de aves do Estado de Santa Catarina até que o Mapa encaminhasse informações detalhadas sobre o caso.

Seguindo a determinação de celeridade e transparência em relação aos casos de IAAP, o Mapa enviou nesta segunda-feira (17) os esclarecimentos demandados e segue trabalhando para que o impacto das restrições seja o menor possível aos exportadores brasileiros.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, lidera uma delegação oficial que se reunirá com autoridades japonesas em Tóquio, na próxima semana, no intuito de que as autoridades do MAFF ajustem as exigências de importação de aves e seus produtos às diretrizes da OMSA.

O contato direto, sem proteção adequada, com aves doentes ou mortas deve ser evitado pela população. Todas as suspeitas de IAAP em aves domésticas ou silvestres, incluindo a identificação de aves com sinais respiratórios, neurológicos ou mortalidade alta e súbita, devem ser notificadas imediatamente ao órgão estadual de saúde animal ou à Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária por qualquer meio ou pelo e-Sisbravet.” As informações são da CNN e do Ministério da Agricultura.

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