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Mundo Hospitais de Buenos Aires, na Argentina, têm longas filas para testes de coronavírus

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A Argentina vive uma segunda onda de infecções com a circulação das cepas do Brasil e do Reino Unido

Foto: Reprodução
A decisão foi uma resposta a dois apelos de organizações de pais. (Foto: Reprodução)

Os centros de testes para a detecção de Covid-19 dos hospitais de Buenos Aires estavam lotados nesta segunda-feira (05) de pessoas com sintomas da doença que esperaram até quatro horas para serem atendidos, em meio ao aumento de infecções no país, constatou a AFP.

Nesta segunda-feira, após o feriado da Semana Santa, foram registradas 272 mortes, elevando o balanço total para 56.471 mortos. Nas últimas 24 horas, foram notificados 13.667 novos casos, assim, o total de infecções chegou a 2.407.159, em uma população de 45 milhões.

Na calçada do Hospital Durand, em Buenos Aires, uma paciente fila de pessoas esperou por horas, muitos com febre, dor de cabeça e tosse. Nos hospitais Rivadavia e Pedro de Elizalde, também na capital argentina, não foi diferente.

“Estamos todos muito assustados, as pessoas não se cuidam, não usam máscara, os bares ficam abertos até qualquer hora”, reclamou Nathaly Basualdo, uma caixa de 38 anos com sintomas que aguardava seu teste.

A Argentina vive uma segunda onda de infecções com a circulação das cepas do Brasil e do Reino Unido, enquanto a vacinação avança com dificuldades devido ao atraso na chegada das doses.

O presidente Alberto Fernández, de 62 anos, deu positivo na sexta-feira para a Covid-19, apesar de ter recebido as duas doses da vacina russa Sputnik V. Ele se encontra confinado.

Nesta segunda-feira, o escritório do presidente indicou que Fernández apresenta “um quadro clínico brando” e especificou que o estudo de sequenciamento do genoma determinou que a linhagem do vírus que o afeta “não corresponde a nenhuma das novas variantes circulantes que estão causando preocupação”.

Vladimir Putin ligou para o presidente argentino nesta segunda-feira para desejar-lhe uma “recuperação rápida e completa”, de acordo com um comunicado do Kremlin.

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