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Mundo Imprensa internacional repercute a megaoperação contra o Comando Vermelho que deixou mais de 60 mortos no Rio de Janeiro

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Segundo as autoridades, 64 pessoas morreram e outras 81 foram presas. Quatro policiais foram mortos

Foto: Divulgação

A imprensa internacional está repercutindo a megaoperação policial contra o CV (Comando Vermelho), na Zona Norte do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (28). Segundo as autoridades, 64 pessoas morreram e outras 81 foram presas. Quatro policiais foram mortos.

A operação acontece nos complexos do Alemão e da Penha, tornando-se a mais letal da história do estado, segundo números do governo do Rio de Janeiro. O tráfico orquestrou represálias em diferentes pontos da cidade.

A notícia repercutiu em veículos de imprensa ao redor do mundo, que afirmaram que o Rio vive cenas de guerra.

The Guardian: o jornal britânico afirmou que o Rio está “em guerra” após a operação policial contra um dos grupos criminosos mais poderosos do país.

Público: o jornal português destacou que os criminosos utilizaram drones para lançar bombas contra a polícia.

RFI: a rádio francesa citou relatos de policiais fortemente armados e relembrou dados sobre a violência no Rio de Janeiro.

Reuters: a agência de notícias afirmou que a megaoperação ocorre poucos dias antes de a cidade receber eventos que antecedem a COP30.

El País: o jornal espanhol disse que o Rio de Janeiro sofreu com intensos tiroteios e que as autoridades mobilizaram cerca de 2.500 policiais na operação.

Clarín: o veículo argentino reportou que a megaoperação deixou cenas de guerra no Rio de Janeiro e relembrou o histórico do CV no estado.

La Nación: o jornal argentino afirmou que a operação visa conter a principal organização criminosa do estado, com a polícia usando veículos blindados, helicópteros e drones.

The Guardian, Reino Unido

O jornal britânico The Guardian afirmou que o Rio está “em guerra” e vive “o pior dia de violência da história”, após mais de 60 pessoas terem sido mortas na megaoperação contra o Comando Vermelho.

“A operação realizada antes do amanhecer provocou intensos tiroteios dentro e nos arredores das favelas do Alemão e da Penha, onde vivem cerca de 300 mil pessoas. Traficantes da facção criminosa Comando Vermelho começaram a atirar e incendiaram barricadas e carros enquanto policiais civis, militares e forças especiais avançavam”, diz a reportagem. “Imagens chocantes de algumas das vítimas, jovens do sexo masculino, circularam nas redes sociais.”

Público, Portugal

O jornal Público destacou que criminosos utilizaram drones para lançar granadas contra as forças de segurança, além de bloquearem ruas para impedir o avanço dos policiais.

“A Operação Contenção, da qual faz parte esta iniciativa, ‘visa combater a expansão territorial do CV e capturar líderes criminosos do Rio de Janeiro e de outros estados’, lê-se numa nota divulgada pelo governo estadual do Rio de Janeiro”, afirma a reportagem.

“Levada a cabo por cerca de 2.500 membros das polícias Militar e Civil, a operação foi descrita pelo governo como a maior já realizada contra o Comando Vermelho.”

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Carlos Tere
29 de outubro de 2025 21:16

Seu abostado, esquerdista do cacete. Vai cagar pela boca seu retardado.

Vanderlei Stefani
29 de outubro de 2025 01:22

‘Sob o disfarce da segurança, o Estado do Rio executou uma ação política de desestabilização. O alvo não é o crime, mas o governo federal e a soberania do País’

Glaucio Dos Santos Brum
29 de outubro de 2025 12:04

É inacreditável que, ante um cenário de guerra, onde facções detêm o poder paralelo, alguém venha falar em política. Se a situação chegou a esse ponto, foi por negligência do governo central e sua ideologia de tratar criminosos como vítimas e fingir que tudo está bem. Eis a verdade.

Jorge Ferreira
29 de outubro de 2025 12:04

viu lula ,os meninos estavam trabalhando e a policia chegou

Fernando Krause
29 de outubro de 2025 17:27

O governo do RJ teve a coragem de enfrentar sozinho a bandidagem das “vítimas dos viciados”…

Vanderlei Stefani
29 de outubro de 2025 21:22

“A maioria dos fuzis apreendidos com os bandidos são o 5.56 e o 7.62, que foram autorizadas para compra para os civis pela lei de armamento do governo Bolsonaro, ou seja, armas desviadas por CACs para o crime organizado. A medida só fortaleceu o crime.”

(Natuza Nery) jornalista Globonews.

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