Terça-feira, 03 de novembro de 2026

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Geral Inadimplência de aluguéis de imóveis dispara com a crise do coronavírus

Compartilhe esta notícia:

O índice médio de inadimplência dos aluguéis residenciais e comerciais está bem acima da média histórica. (Foto: Rovena Rosa/ABr)

Um levantamento feito pela Apsa, empresa de gestão condominial e negócios imobiliários, com mais de sete mil imóveis alugados em cinco capitais (Rio de Janeiro, Fortaleza, Maceió, Recife e Salvador), mostrou que o índice médio de inadimplência dos aluguéis residenciais e comerciais está bem acima da média histórica.

Das cinco capitais pesquisadas, Salvador é aquela onde a inadimplência é mais alta, atingindo 30%. O Rio de Janeiro tem o menor índice (10%), mas ainda assim distante dos 4% registrados nos meses que antecederam a pandemia do novo coronavírus.

Imóveis comerciais

O levantamento também mostrou que a inadimplência é muito maior em imóveis comerciais. Neste caso, o percentual de não pagamento nas cinco capitais é de 26%, enquanto no segmento residencial é de 11%.

Para Giovani Oliveira, gerente-geral de Imóveis da Apsa, os dados mostram que a retomada será gradual, e que o mercado comercial vai continuar sofrendo mais:

“Os dados mostram uma melhora na inadimplência em maio, em relação a abril, mas ainda não se pode afirmar que isso seja uma tendência. Vemos que o pagamento de aluguel é a prioridade das residências. Por isso, acreditamos que o impacto será maior no comercial. Nos casos em que realmente os inquilinos não podem fazer os pagamentos, estão sendo feitas negociações. Da nossa amostra, 29% dos casos entraram em negociação, sendo que desses, 23% acordaram uma prorrogação de parte do pagamento para meses futuros.”

Reajuste dos contratos

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel do País, registrou inflação de 1,48% na segunda prévia de junho deste ano. A taxa é superior à observada na segunda prévia de maio, que havia ficado em 0,01%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o resultado da segunda prévia de junho, o IGP-M acumula inflação de 7,24% em 12 meses.

Preços no atacado

A alta da taxa do IGP-M de maio para junho foi provocada principalmente pelos preços no atacado, cuja inflação subiu de 0,18% na segunda prévia de maio para 2,20% na segunda prévia de junho.

Segundo a FGV, a inflação dos preços da construção também subiu, de 0,21% para 0,25% no período.

Os preços no varejo continuaram registrando deflação (queda de preços), de 0,14%, na prévia de junho. Na prévia de maio, no entanto, a deflação havia sido mais intensa (-0,49%). As informações são do jornal Extra e da Agência Brasil.

 

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Geral

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

A Suprema Corte dos Estados Unidos barra tentativa de Donald Trump para acabar com programa que ampara jovens imigrantes
Em reunião com secretário de Esporte, Grêmio pontua necessidade de avanço nos treinamentos
Pode te interessar