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Brasil Intervalo para dose de reforço contra a covid cairá de cinco para quatro meses, afirma Queiroga

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Dose é fundamental para frear novas variantes, diz ministro.

Foto: Myke Sena/MS
Dose é fundamental para frear novas variantes, diz ministro. (Foto: Myke Sena/MS)

Queiroga anuncia que intervalo para dose de reforço contra a covid cairá de cinco para quatro meses

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou neste sábado (18) a redução do intervalo mínimo necessário para a aplicação da vacina de reforço contra a Covid. O prazo passará de cinco para quatro meses.

“Para ampliar a proteção contra a variante Ômicron vamos reduzir o intervalo de aplicação da 3ª dose de cinco para quatro meses. A dose de reforço é fundamental para frear o avanço de novas variantes e reduzir hospitalizações e óbitos, em especial em grupos de risco”, escreveu o ministro em uma rede social.

Ainda de acordo com a postagem, a portaria oficializando a mudança será publicada na próxima segunda (20). “Informe-se sobre o calendário vacinal de seu município e veja se já chegou a sua vez”, diz Queiroga no post.

Em estados como São Paulo e Minas Gerais, os governos locais já tinham feito a mesma redução de prazo para a aplicação do reforço vacinal. Os gestores também justificaram as medidas pelo risco de avanço da variante ômicron, mais transmissível.

Até meados de novembro, o intervalo definido pelo Ministério da Saúde para a aplicação do reforço era de seis meses, e a dose era recomendada apenas para idosos e profissionais de saúde.

Atualmente, a dose de reforço é recomendada para todos os maiores de 18 anos – de preferência, com a aplicação de imunizante diferente em relação às doses anteriores.

10,6% já tomaram reforço

Até esta sexta-feira (17), segundo os dados do consórcio de veículos de imprensa, a dose de reforço já tinha sido aplicada em 22.618.133 pessoas, o que representa 10,6% da população.

Os dados também mostram que 141.322.921 pessoas tomaram a segunda dose ou dose única de vacinas e, assim, estão totalmente imunizadas. Este número representa 66,25% da população.

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