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Mundo Holanda decreta nova quarentena no Natal e Ano Novo por causa da variante Ômicron

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Medida ficará em vigor até 14 de janeiro segundo primeiro-ministro Mark Rutte.

Foto: Reprodução
Medida ficará em vigor até 14 de janeiro segundo primeiro-ministro Mark Rutte. (Foto: Reprodução)

A Holanda entrará em uma nova quarentena total a partir da manhã deste domingo para tentar limitar as infecções provocadas pela variante Ômicron do coronavírus, anunciou o primeiro-ministro Mark Rutte neste sábado (18). A medida vai vigorar durante as semanas de Natal e Ano Novo, até 14 de janeiro.

Todo o comércio não essencial, incluindo restaurantes, museus, salões de beleza e academias de ginástica, ficará fechado. As escolas também ficarão fechadas até pelo menos 9 de janeiro. Outras medidas incluem a recomendação de que as famílias não recebam mais do que dois visitantes e que as reuniões também sejam limitadas a um máximo de duas pessoas.

“Estou aqui, esta noite, com um estado de ânimo sombrio. Para resumi-lo numa frase: a Holanda entrará em quarentena novamente. Isso é inevitável por causa da quinta onda que está chegando com a variante Ômicron”, disse Rutte em entrevista coletiva.

Neste sábado, o Instituto Nacional de Saúde Pública (RIVM) relatou um total de mais de 2,9 milhões de casos de Covid-19 desde o início da pandemia, com 20.420 mortes relatadas. No sábado, o instituto relatou 14.616 novas infecções em 24 horas. Embora mais de 85% da população adulta holandesa seja vacinada, menos de 9% dos adultos receberam uma injeção de reforço.

A Holanda já havia decretado uma quarentena parcial em meados de novembro, com a antecipação do fechamento do comércio. Desde o dia 28 de novembro, quando bateu o pico de 22.472 registros, o número de casos vem caindo.

Mas a nova quarentena se justifica, ainda segundo o primeiro-ministro, porque uma omissão agora provavelmente levaria a “uma situação incontrolável nos hospitais”.

“Estamos extremamente preocupados com a possível disseminação da variante Ômicron”, disse o ministro da Saúde, Hugo de Jonge, a jornalistas.

A temida nova onda de infecções por Ômicron sobrecarregaria ainda mais o tenso sistema de saúde do país, que já está adiando a maioria dos cuidados de rotina e cancelando todas as operações, exceto as urgentes, para lidar com pacientes com Covid-19.

Lojas cheias

A principal rua comercial de Leiden, a 20 quilômetros da capital, Haia, estava lotada de pessoas em busca de presentes de última hora, neste sábado. Algumas lojas, que vendiam brinquedos ou produtos de higiene para a pele e cosméticos de luxo, tinham filas do lado de fora.

“Normalmente é movimentado antes do Natal, mas hoje está muito mais movimentado do que o normal”, disse Ali Windster, gerente de uma loja de cosméticos.

As autoridades municipais da cidade portuária de Roterdã pediram aos consumidores via Twitter que ficassem em casa porque o centro da cidade estava “muito ocupado”.

Estocando cosméticos na loja da Windster em Leiden estava Carla Nekeman, que disse estar se preparando para um novo bloqueio restrito. “Vou ter que ficar na fila em todos os lugares”, disse Nekeman.

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