Quinta-feira, 22 de Outubro de 2020

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Mundo Intoxicação por monóxido de carbono deixa 16 mortos em mina de carvão na China

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As minas chinesas estão entre as mais perigosas do mundo. (Foto: Reprodução)

Pelo menos 16 pessoas morreram em uma mina de carvão em Chongqing, no sudoeste da China, no domingo (27), de acordo com a Xinhua, agência de notícias do governo chinês.

Segundo a agência, o nível de monóxido de carbono dentro da mina, que pertence a uma empresa local de energia, era excessivo. Dos 17 trabalhadores que ficaram presos dentro dela, apenas 1 sobreviveu; ele foi encaminhado para o hospital.

As minas chinesas estão entre as mais perigosas do mundo. Em 2019, uma explosão matou 15 operários na província de Shanxi, no norte do país. Meses antes, um desabamento na mesma região deixou mais de 20 mortos.

Suspensão

A China vai suspender os pedidos de importação de uma empresa brasileira de pescados, após ter sido identificado coronavírus em um pacote de peixe congelado da companhia, segundo a agência de notícias Reuters. A suspensão será por uma semana, até o próximo sábado.

Não está claro se o vírus foi encontrado na embalagem ou no peixe congelado. Segundo especialistas, não há evidência de que a doença possa ser transmitida por ingestão de alimentos.

De acordo com a Reuters, a alfândega chinesa havia informado anteriormente que suspenderia as importações de empresas por uma semana, caso seus produtos testassem positivo pela primeira ou segunda vez para o vírus. Na semana passada, o país suspendeu as importações de um produtor de frutos do mar da Indonésia.

Em agosto, o governo da cidade chinesa de Shenzhen anunciou que havia detectado traços do vírus em uma amostra de asas de frango congeladas do frigorífico Aurora, de Santa Catarina, e suspendeu as compras da companhia.

Na sequência, as Filipinas vetaram as importações de carne de frango do Brasil. O governo brasileiro chegou a ameaçar recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) para derrubar a barreira imposta aos produtos nacionais.

Espaço

A China deu mais um passo em direção à exploração dos recursos do espaço: segundo informações da empresa chinesa Origin Space, o robô minerador de asteroides NEO-1 deverá ser lançado em meados de novembro. Apesar do nome, podemos considerar que, na verdade, esta missão é muito mais uma introdução à mineração espacial real, onde irá testar tecnologias destinadas à mineração de asteroides.

Assim, o NEO-1 será lançado em um foguete Long March como uma carga útil secundária. Esta pequena nave de 30 kg irá orbitar nosso planeta a uma altitude de 500 km. Durante uma entrevista, Yu Tianhong, co-fundador da empresa, disse que a “a meta da missão é verificar e demonstrar múltiplas funções como a manobra orbital da nave, simulação de captura de corpo celestial, identificação inteligente da nave e controle”. Entretanto, este primeiro momento pede cautela para vermos se, de fato, a China ficará mais próxima de minerar um asteroide, já que este processo está longe de ser simples devido às diversas dificuldades envolvendo o procedimento.

Além disso, a nave poderá avançar neste processo com os testes das tecnologias, então é possível considerá-la mais uma “prospectora” nesta etapa do que uma mineradora propriamente dita. De fato, os asteroides podem guardar recursos equivalentes a trilhões de dólares ou até mais, mas existe uma dificuldade imensa em extrair recursos deles — basta pensar no processo de extração do aço na Terra, que existe separar o elemento da rocha, remover impurezas e realizar mais diversos procedimentos com equipamentos especializados e caros.

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