Sexta-feira, 29 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 27 de janeiro de 2024
O tribunal também decidiu que o governo israelense deve evitar que suas forças cometam genocídio.
Foto: ReproduçãoO Ministério das Relações Exteriores (MRE) pediu que Israel cumpra imediatamente as determinações da Corte Internacional de Justiça (CIJ).
Nesta sexta-feira (26), a CIJ, mais alta instância das Nações Unidas, determinou que Israel permita a chegada de ajuda humanitária à Faixa de Gaza. O tribunal também decidiu que o governo israelense deve evitar que suas forças cometam genocídio.
A corte, no entanto, não se pronunciou diretamente sobre a acusação principal do processo: se a população da Faixa de Gaza sofre genocídio. O principal argumento foi o de que processos de genocídio são complexos e que uma decisão definitiva leva anos.
Em nota oficial, o Itamaraty destacou o caráter vinculante das medidas cautelares aprovadas no processo movido pela África do Sul.
“O governo brasileiro tem a convicção de que as medidas cautelares contribuirão para garantir o cumprimento da Convenção e a proteção dos direitos do povo palestino, bem como o necessário e imediato alívio humanitário, conduzindo à pronta cessação das hostilidades”, destacou o Ministério das Relações Exteriores.
Em contrapartida, a nota oficial pede a imediata liberação dos cerca de 130 reféns que permanecem em poder do grupo Hamas. O Itamaraty repetiu a defesa da solução de dois Estados.
“O Brasil reitera a defesa de um Estado palestino economicamente viável convivendo lado a lado com Israel, em paz e segurança, dentro de fronteiras mutuamente acordadas e internacionalmente reconhecidas, que incluem a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, tendo Jerusalém Oriental como sua capital”, concluiu o comunicado.
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Não defendo ninguém nesse conflito MAS… alguma vez Israel já ouviu alguém?
Pode sentar, porque Israel nem vai ouvir o Itamarati. Ajudar que é bom nem pensar, né? Só esculacharam Israel!!!
Cada favela brasileira tem varios grupos Hamas Cumpanheiros…..
Não conseguimos cuidar do nosso quintal e no metemos com coisas que não no dizem respeito…
Governo lulopetista antissemita!