Segunda-feira, 21 de Setembro de 2020

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Colunistas Jair Bolsonaro na posse de Eduardo Pazuello na Saúde: “tratamento precoce do Covid-19 poderia ter evitado 40 mil mortes”

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Eduardo Pazuello toma posse como titular do Ministério da Saúde. (Foto: Carolina Antunes/PR)

O presidente Jair Bolsonaro efetivou ontem ao general Eduardo Pazuello como ministro titular da Saúde, após quatro meses de interinidade no cargo. Para os leitores deste espaço, a posse do general Pazuello como titular na Saúde não é novidade: Já havíamos antecipado esta notícia no dia 27 de julho.

Ontem, na solenidade, o presidente Jair Bolsonaro lembrou que a mudança do protocolo do Ministério da Saúde, que antes recomendava que as pessoas buscassem auxílio hospitalar apenas quando sentissem falta de ar, mudou.

Agora, a nova recomendação é de que, já nos primeiros sintomas, busquem atendimento. Mais de 3,6 milhões de pacientes foram recuperados com o tratamento precoce, um dos maiores índices do mundo.

30% dos casos significariam quase 40 mil vidas

Para o presidente Jair Bolsonaro, “hoje estudos já demonstram que por volta de 30% das mortes poderiam ter sido evitadas caso tivessem o tratamento de forma precoce”. O presidente disse que com apoio do ministro Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, vinha dialogando com gestores da saúde de outros países, o que consolidou sua opinião sobre a importância do uso da hidroxicloroquina no tratamento precoce. A estimativa de 30% representaria 30 mil vidas que teriam sido poupadas.

Com a UFRGS, continua o desaparelhamento ideológico das universidades

Ao nomear o professor Carlos Bulhões, terceiro na lista para o cargo de Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o presidente Jair Bolsonaro ignorou pressões e confirmou a política de desaparelhar ideologicamente as Universidades, e optou por um dos três nomes que lhe foram apresentados na lista aprovada pelo Conselho Universitário.

Não é a primeira vez que isso acontece na Ufrgs. Em 1980, o presidente João Batista Figueiredo escolheu o professor Early Muniz Macarty de Moraes, terceiro colocado na lista, para o cargo de reitor da UFRGS.

Governo gaúcho poderá ter regularidade previdenciária negativa

A chamada reestruturação nos fundos de aposentadoria do Estado do Rio Grande do Sul, sancionada pelo governo gaúcho, e que permitiu o uso de R$ 2 bilhões do fundo chamado Fundoprev para pagamento de salários dos servidores, foi denunciada pelo Ministério da Economia por violar normas gerais de Previdência. O Ministério, através da subsecretaria de regimes próprios de Previdência aguarda a justificativa do governo gaúcho, que poderá ter negativada a sua regularidade previdenciária junto ao órgão, que regula os regimes previdenciários do País.

Vice da chapa de Fortunati em Porto Alegre não tem filiação partidária

O neurocirurgião, professor e ex-diretor do Grupo Hospitalar Conceição, André Cecchini, do Patriota, anunciado como candidato a vice-prefeito de Porto Alegre da chapa liderada por José Fortunati, do PTB, não está filiado ao partido. Uma certidão emitida pela Justiça eleitoral, demonstra que o candidato a vice de Fortunati não teria condições legais de disputar o cargo.
A filiação partidária é uma das condições de elegibilidade, conforme dispõe Constituição Federal. De acordo com o artigo 9º da Lei das Eleições (Lei nº 9. 504/1997), para disputar um pleito, o candidato deve estar com a filiação partidária aprovada pela agremiação política pelo menos seis meses antes da eleição.

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Cecchini, candidato a vice-prefeito na chapa de José Fortunati, não tem filiação partidária.
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