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Brasil O julgamento de Lula é um “evento natural”, disse o presidente Temer na Suíça

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O presidente desembarcou em Zurique. (Foto: Isac Nóbrega/PR)

O presidente Michel Temer afirmou nesta terça-feira (23) que o julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcado para esta quarta-feira (24) no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, será um “evento natural” e que não deve gerar nenhuma instabilidade política. Temer falou com jornalistas assim que chegou à Suíça, onde participará do 48º Fórum Econômico Mundial, que reunirá líderes de 70 países.

Questionado sobre qual poderia ser o impacto do julgamento, Temer disse que o fato “talvez roube a cena” da abertura do fórum, mas que não deve provocar nenhuma preocupação institucional. “Talvez roube a cena daqui porque é no mesmo dia. Mas fora daí, eu acho que não vai causar mal-estar nenhum, é um evento natural”, afirmou Temer.

O presidente disse ainda que o julgamento evidencia que “as instituições brasileiras estão funcionando com toda tranquilidade” e isso pode dar segurança para potenciais investidores no País. Temer reafirmou que seus encontros no fórum são todos de natureza empresarial e que sua expectativa é que investidores se interessem cada vez mais pelo Brasil.

Michel Temer ressaltou que vai apresentar um “novo Brasil” em seu discurso no evento, além de destacar a agenda de reformas empreendida pelo governo federal. O presidente reforçou a previsão de investimento de R$ 130 bilhões em obras de infraestrutura e a expectativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) acima de 2,5% este ano.

O presidente participará do Fórum Econômico Mundial, em Davos, que ocorre até a próxima sexta (26).

Fórum

O Fórum Econômico Mundial começou nesta terça-feira (23) em Davos, na Suíça, com a presença de 3.000 pessoas, entre elas, as principais autoridades globais. O evento promoverá mais de 400 painéis e sessões de trabalho para debater questões que vão de tendências econômicas a assédio sexual.

Uma das novidades deste ano é a presença do presidente americano, Donald Trump. Tradicionalmente, os EUA não enviam seu chefe de estado para o evento, mas sim outros representantes. O último presidente americano a participar do Fórum foi Bill Clinton, em 2000.

O presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, participam do evento.

Participam desta edição 70 chefes de Estado e governo, 900 representantes de ONGs, 1.900 executivos de empresas, 40 líderes culturais, 35 empreendedores, 80 jovens destacados, 32 pioneiros tecnológicos, 70 responsáveis de sindicatos, organizações religiosas e da sociedade civil.

Cerca de 5 mil soldados e chefes do Exército suíço e da Polícia farão a segurança local. O espaço aéreo de Davos será fechado durante a reunião anual.

Davos terá painéis para discutir formas de crescimento mais igualitário, questões climáticas, o impacto de novas tecnologias no mercado de trabalho, o combate às ameaças cibernéticas e assédio sexual.

Neste ano, em sinal de apoio às questões de gênero, o Fórum será co-presidido unicamente por mulheres, que são 21% dos 3 mil participantes.

Davos também terá espaço para um debate sobre as “fake news” (notícias falsas) e várias sessões dedicadas às ameaças cibernéticas, dados os recentes ataques mundiais a empresas . No evento, será lançado o Centro Global para a Cibersegurança para fomentar a cooperação.

O surgimento de novas tecnologias na economia digital e nas finanças, como a tecnologia “blockchain”, uma tecnologia digital que garante a veracidade das operações pela internet, será outra questão atual analisada.

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