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Brasil Justiça dos Estados Unidos determina que menino levado pelo pai volte para o Brasil

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Justiça americana cancelou a guarda emergencial dada ao pai de Guga, Samuel Gaskin, diante da denúncia da mãe do menino, Cheyenne Menegassi, de sequestro internacional do adolescente. (Crédito: Reprodução)

A Justiça do Tennessee, nos Estados Unidos, determinou que o menino Gustavo Gaskin, 13 anos, retorne ao Brasil. Guga viajou durante as férias de julho para visitar o pai e não retornou na data prevista. A mãe de Guga, Cheyenne Menegassi acusou o ex-marido de sequestro internacional do adolescente e tentou reaver a guarda do filho. Na audiência, que durou mais de dez horas, a Justiça cancelou a guarda emergencial dada ao pai de Guga, Samuel Gaskin, quando o menino chegou nos Estados Unidos, no final de junho.

Retorno ao País ainda não tem data. 

Segundo a advogada da família brasileira, Camila Ghozellini Carrieri, além de Gaskin e Cheyenne, o menino também foi ouvido pelo juiz do caso. “O Guga foi ouvido e isso foi uma parte da audiência. Foi isso que no final fez dar certo”, comentou a defesa. O menino foi ouvido pelo juiz, em separado. Ainda segundo a advogada, o adolescente já está com a mãe, mas ainda não há previsão do retorno dos dois ao Brasil. “Ela já está providenciando a volta”, informou Camila.

Brasil e EUA são signatários da Convenção de Haia, que prevê que a discussão da guarda ocorra no país onde mora o adolescente, no caso o Brasil. O governo americano enviou um comunicado à Justiça do Tennessee orientando que a convenção fosse respeitada. Samuel Gaskin havia conseguido um documento na Justiça americana que dava a ele a guarda emergencial.

Denúncia. 

O caso foi denunciado ao Ministério Público Federal e ao Ministério da Justiça. Em um post em seu perfil no Facebook, Cheyenne contou que o filho viajou com autorização judicial e levou um tablet e um celular para manter contato com a família. Após 20 dias de tentativas frustradas de falar com o menino e com o pai dele, Cheyenne descobriu, por meio de parentes de Samuel Gaskin nos EUA, que, há três anos, o ex-companheiro vive em isolamento com a mãe dele em uma fazenda, e que se tornou uma pessoa agressiva.

Dias depois, ao receber uma mensagem de Samuel Gaskin avisando que Gustavo não voltaria mais, Cheyenne, finalmente, conseguiu falar com o ex-marido e o filho. Segundo ela, as conversas eram sempre monitoradas. O pai do garoto não foi encontrado para comentar as acusações. (AG)

 

 

tags: Brasil

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