Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 26 de maio de 2023
Ivermectina foi recomendada em publicidade considerada irregular pela Justiça
Foto: DivulgaçãoAo julgar duas ações ajuizadas pelo MPF (Ministério Público Federal), a Justiça Federal do Rio Grande do Sul condenou os responsáveis pela publicação de um material publicitário intitulado “Manifesto Pela Vida”, que estimulava o consumo de medicamentos que fariam parte de um suposto “tratamento precoce” contra a Covid-19.
Assinado por um grupo que se identificava como “Médicos do Tratamento Precoce Brasil”, o material era divulgado à população em geral, inclusive, com a indicação de médicos que prescreviam o tratamento do denominado “Kit Covid”.
Nas sentenças, a Médicos Pela Vida (Associação Dignidade Médica de Pernambuco ), a Vitamedic Indústria Farmacêutica, o Centro Educacional Alves Faria (Unialfa) e o Grupo José Alves (GJA Participações) foram condenados solidariamente ao pagamento de R$ 55 milhões por danos morais coletivos e à saúde, nos limites de suas responsabilidades. Em uma das ações, o montante do pagamento imposto pela Justiça foi de R$ 45 milhões e, na outra, de R$ 10 milhões.
No informe publicitário, a associação, com sede em Recife (PE), mas que, segundo o MPF, também é integrada por médicos registrados no Cremers (Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul), apontava os possíveis benefícios do intitulado “tratamento precoce” para a Covid-19, citando expressamente medicamentos.
“Tal referência, no entanto, é realizada sem qualquer indicação de possíveis efeitos adversos que podem decorrer da utilização desses medicamentos, além de possivelmente estimular a automedicação, uma vez que eram indicados por associação médica”, afirmou o MPF.
Segundo o órgão, a publicação contraria a legislação e ato normativo que tratam da propaganda e publicidade de medicamentos, já que resolução da Anvisa (Agência Nacional da Vigilância Sanitária), por exemplo, determina que as informações sobre remédios devem ser comprovadas cientificamente.
Para a Justiça, ficou comprovada a cumplicidade entre a Vitamedic – fabricante da Ivermectina – e a Associação Médicos Pela Vida, tendo a empresa farmacêutica financiado a propaganda irregular, investindo R$ 717 mil nessa publicidade. As informações foram divulgadas pelo MPF na quinta-feira (25).
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Vandeca além de estúpido e burro.
Vai aprender a escrever.
Incentivado! é o correto!
Tudo insentivado por um tal jair-cloroquina-é só uma gripezinha.
Tira esta camisa Maiale…
Diante de uma pandemia devastadora no seu período mais crítico, estes irresponsáveis cometeram esta barbárie sob o comando do ex-presidente tresloucado. Alguns desprovidos de inteligência, até hoje são contra às vacinas e também na época acreditavam nós discursos criminosos da”imunidade de rebanho”, tudo em nome de uma ideologia estúpida.
Justiça só a de Deus, aqui ta tudo perdido faz tempo!
Judiciario senhores…. Justiça seria o que eles deveriam promover….UTOPIA
sim claro, o mito falou e o gado vai né
EU TOMEI….E TOMARIA NOVAMENTE…
Tu pode e toma no bu, babaca.
Essa gente bandida q foi contra a saúde e ciência começou a pagar por sua vigarice. Desinformação e colocar a saúde e dinheiro do povo sabidamente nesta mentira q matou milhares de pessoas. Essa gente tem q pagar e tem mtos ainda para acertar suas contas.
Nem vou entrar no mérito do caso, mas lembro a todos que até dezembro de 2020 NÃO EXISTIA VACINA PARA COVID EM NENHUM LUGAR DO MUNDO…. O certo então seria deixar as pessoas a própria sorte sem nenhuma alternativa de prevenção? E o tal Consórcio Nordeste que existem denúcias de terem desviado o $$ dos respiradores, pq ninguém fala nem investiga nada, nem aquela CPI fajuta do Calha-eiros e o Saltitante?? São várias perguntas ainda sem resposta a sociedade!
Eu tomei e não peguei nem uma gripinha! não dei nem um espirro!
E não morri. Tô vivíssima!