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Geral Latam, Azul e Gol comemoram reabertura a partir de novembro do destino favorito dos brasileiros: os Estados Unidos

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Inflação generalizada pesou sobre o setor de aviação. (Foto: Reprodução)

Os Estados Unidos pretendem liberar, a partir de novembro, a entrada no país de estrangeiros totalmente vacinados contra a covid-19. O passo foi comemorado pelas companhias aéreas brasileiras, uma vez que os EUA estão no topo dos países mais buscados pelo turista por aqui. Entretanto, há dúvidas no radar como a data exata e quais vacinas vão ser aceitas.

A nova política irá substituir as chamadas restrições 212F, que impediam qualquer pessoa de entrar nos Estados Unidos que estivesse em 33 países específicos – incluindo Reino Unidos, Irlanda, Brasil e China – nos últimos 14 dias antes da viagem.

O brasileiro até podia viajar para os Estados Unidos, mas era obrigado a fazer quarentena em outro país antes, o que tornava a viagem mais cara e desestimulava o turismo.

Segundo anunciou o chefe da força-tarefa da Casa Branca, Jeff Zients, viajantes estrangeiros terão que apresentar um comprovante de vacinação antes do embarque e um teste com resultado negativo realizado três dias antes da viagem.

Será preciso também compartilhar com as autoridades americanas um número de telefone e um e-mail, como parte de um sistema de rastreamento de contato que será implementado pelos órgãos de saúde dos EUA.

“Exigir que os estrangeiros que viajam para os EUA estejam totalmente vacinados é uma medida baseada na saúde pública”, disse Zients. “[O sistema] se baseia nos indivíduos, não nos países”, acrescentou.

Ainda não está claro que vacinas serão aceitas. Segundo Zients, a decisão caberá ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês). Até agora, os EUA já autorizaram o uso das vacinas da Pfizer/BioNTech, Moderna e Johnson & Johnson (Janssen).

Fontes do governo americano ouvidas pelo “Financial Times” dizem que é provável que os Estados Unidos aceitem a vacina da AstraZeneca/Oxford, amplamente usadas no Brasil, na União Europeia e no Reino Unido.

Não há informações se as autoridades americanas permitirão a entrada de estrangeiros vacinados com imunizantes russos ou chineses.

Zients explicou que as novas regras entrarão em vigor “no início de novembro”, mas não deu uma data exata. A Casa Branca estava sendo pressionada por UE e Reino Unido a liberar a entrada de viajantes vacinados.

A decisão foi comemorada pelas aéreas do Brasil. A Latam disse estar preparada para aumentar os voos entre o Brasil e Estados Unidos assim que a abertura aos turistas for oficializada pela Casa Branca.

Já a Azul disse que recebeu com entusiasmo a abertura, a partir de novembro, mas levantou dúvidas. “Ainda não há detalhes sobre os procedimentos ou documentações requeridos, bem como a lista de vacinas permitidas pelo CDC. A companhia aguardava ansiosamente por essa decisão para reforçar sua operação aos EUA, destino bastante demandado”.

Em julho deste ano a Azul chegou a promover uma ação que vendeu 600 passagens a preços promocionais para que os clientes pudessem usá-las logo nos primeiros voos após a reabertura da fronteira norte-americana para a entrada de brasileiros.

A Gol informou que deseja retomar a oferta dos voos para os EUA com operações para a Flórida (Miami e Orlando). “A companhia ainda está planejando esta retomada, porém já adianta que os voos partirão do hub em Brasília e os bilhetes já estão sendo vendidos para voos a partir de dezembro de 2021”.

“O anúncio de hoje é um grande passo. Permitir o acesso aos Estados Unidos para os vacinados abrirá os Estados Unidos para muitos que foram impedidos nos últimos 18 meses”, disse Willie Walsh, diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata).

Segundo Walsh, a abertura tende a favorecer a retomada do turismo, assim como as viagens de negócio. Os Estados Unidos são o destino principal dos turistas brasileiros.

Walsh ponderou que o desafio agora é encontrar um sistema para gerenciar os riscos de viajantes que não têm acesso às vacinas. “Os dados apontam para o teste como uma solução”, disse. As informações são do jornal Valor Econômico.

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